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ARTIGOS

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Beni Dya Mbaxi lança o portal “Musseque News” e reforça presença na literatura e no cinema angolano

Fonte Lea.co.ao Data 2026-03-04 00:52:06

Escritor e cineasta destaca raízes no musseque, atuação social e novos projetos de comunicação

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Canal do Mano Chaba Gera Polémica: Monetização, Pressões Familiares e Disputa Pelo Legado do Kudurista

Fonte Lea.co.ao Data 2026-03-18 23:15:18

Entre acusações, áudios vazados e números que nem sempre significam riqueza, o caso Mano Chaba reacende o debate sobre como o YouTube realmente paga — e como a desinformação transforma visualizações em conflitos

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Salu B revela a capa de seu disco nas redes sociais

Fonte Lea.co.ao Data 2021-12-18 08:04:27

O artista Salu B, revelou ao publico em geral a capa do seu disco dias antes do lançamento da mesma.

Quem está na lea.co.ao

 Intelektu 0

Intelektu é Historiador de hip hop, Emcee e productor. Nasceu em Luanda Município do Cazenga Comissão de Baixo, (Angola) onde teve os primeiros contactos com á Cultura Hip-Hop nos anos 89-90 Através de músicas Revolucionárias Africanas e Afro-Americanas.

A realidade política em Angola torno-o num poeta protestante e deu-se o primeiro nome de Emcee (Protest and Poetry) Protesto e Poesia. Hip Hop orgânico é o sangue que corre nas suas veias influenciado pela Sobra do Colonialismo, guerra civil vigente na altura, sons do David zé, Urbano de Castro, Luís Visconde, Belita Palma, Ngola Ritmo, Bonga, Teta Lando Rui Mingas o Jazz , Soul, Funky, Música Africana etc.

Poeta Nacionalista e Humanista é sua postura, Liricista autentico em técnicas de composição. Em 1990 escreve as suas primeiras Rimas, com abordagem política e Social de Angola. Desenvolveu o seu Skills em freestyle Cyphers com Outros Emcees.

Tcc Mutu Moxy na época junta-se ao Ativismo da Afro-Renascença Com outros manos assim formando o Núcleo Rap em Luanda 1994 no quarto do Zaide (TéTémbua) dos Desajeitado Social com objetivo de conscientizar as massas sociais acerca de hip-hop tradicional e cada vês mais Afro enraizado.

Imigrou para Africa do Sul nos finais de 90, onde 1999 gravou seu Primeiro Single ‘’Grito de Consciência’’ Com a Produção do Caramel e Intelektu cuja as Músicas tiveram destaque em Angola no programa FM Expresso do Moisés Luís e Big Show Cidade, tais como Cerimonia Aberta e Fica a Questão. Ainda como Mutu Moxy, Muda de Nome em 2001 como Intelektu, Gravou seu primeiro Álbum “Verbalogia Lado A” em 2004, “Comboio d Pensamento” em 2006, “” 2012, “Verbalogia Lado B” 2014 e “Intercalaram - se”, “Fitas encontradas” em 2010, “Arte de Mc” 2013, “Keimado Plo Sol” 2016 e em 2017 O “Medo do Planeta Preto” Gravado em França onde reside Atualmente.

Intelektu
 Sofia Buco 0

Sofia Felicidade Alberto Buco, nascida a 25 de abril de 1985, em Maianga, Luanda, é uma das figuras mais marcantes da cultura e comunicação angolana. Atriz, apresentadora, radialista, produtora cultural e comunicóloga, construiu uma carreira sólida e multifacetada, tornando-se uma referência no panorama artístico e mediático do país.

Desde muito jovem, Sofia demonstrou afinidade com atividades culturais e desportivas. Fez parte do clube 1º de Agosto, onde praticou voleibol, integrou o coro da Igreja Nossa Senhora do Carmo e, ainda na adolescência, encontrou no teatro uma forma de superar a timidez. Aos 14 anos, por incentivo da mãe, ingressou numa companhia teatral, e aos 16 anos foi acolhida pelo grupo Horizonte Njinga Mbande, experiência que despertou nela uma paixão profunda pela arte de representar. A vontade de evoluir levou-a, anos mais tarde, a aproximar-se do grupo Henrique Artes, onde participou em produções como “Corvos ao Imbondeiro”, peça histórica que retrata a realidade da guerra, e “Os Monólogos da Vagina”, espetáculo que lhe permitiu dar voz a vivências de mulheres de diferentes partes do mundo.

A sua trajetória no teatro inclui ainda participações em obras como “A História que Marcou o Sul”, “Carlota’s Club”, “Rosa e Espinhos” e “Hotel Komarca Ala Feminina”, esta última marcando a sua despedida oficial dos palcos. A decisão de abandonar o teatro surgiu após anos de dedicação e desafios constantes, entre eles a falta de patrocínios, as dificuldades de produção e a ausência de condições estruturais para o desenvolvimento artístico. Apesar disso, Sofia reconhece que o teatro foi fundamental na sua vida, inclusive no processo de superação de um período de depressão, como revelou em entrevista ao Cison Press, onde destacou a importância da arte como ferramenta de cura emocional.

Paralelamente ao teatro, Sofia construiu uma carreira sólida na comunicação. Formada em Ciências da Comunicação pela Universidade Independente de Angola, iniciou-se na televisão como repórter do programa “Zimbando”, da TV Zimbo. Na Televisão Pública de Angola (TPA), apresentou programas como “Sons de Angola” e “Bastidores”, este último durante cinco anos, explorando os bastidores da indústria cultural e artística do país. O seu desempenho levou-a a assumir a apresentação do programa “Texturas”, dedicado às artes plásticas, literatura e música clássica, um desafio que descreveu como enriquecedor e transformador, dada a profundidade dos temas abordados.

Em junho de 2021, tornou-se apresentadora do programa “Universo Feminino”, da TPA2, onde passou a destacar histórias, desafios e conquistas de mulheres angolanas. A sua voz ganhou ainda mais força ao abordar questões sociais e políticas relacionadas à condição feminina, denunciando a falta de apoio às mulheres no setor artístico, a existência de chantagens, a ausência de incentivos e as dificuldades estruturais enfrentadas por artistas no país. Defende que as mulheres devem ocupar mais espaços de liderança e que a sociedade angolana precisa reconhecer o seu papel essencial no desenvolvimento nacional.

Além da televisão, Sofia também se destacou na rádio, tendo sido locutora da Rádio Correio da Kianda. Como produtora cultural, fundou e dirigiu a Buco’s Produções, empresa que contribuiu para o fortalecimento do setor cultural angolano. Contudo, as dificuldades administrativas e económicas enfrentadas pelo teatro levaram-na a encerrar este capítulo da sua vida profissional, direcionando-se de forma mais intensa para a comunicação.

Com mais de 14 anos de experiência na televisão, Sofia Buco consolidou-se como um dos rostos mais reconhecidos e respeitados da comunicação e da cultura em Angola. A sua trajetória é marcada por resiliência, talento e compromisso com a arte, a cultura e a defesa das mulheres. Continua a inspirar jovens artistas e comunicadores, mantendo-se como uma referência incontornável no panorama cultural angolano.

Sofia Buco
 Uncle Jay 0

Influenciado pelo irmão mais velho nos anos 90, Mauro jorge conheceu o rap. Acustumado a sentir o ritmo apaixonei-me por este estilo e enrraizei-me. Assim conheci os 4 lados deste veiculo educativo (hip hop), gravei a minha primeira musica em 1997 no estudio dos irmãos Yon e o Yunha na escola Ngola Canini.

No ano de 1998 fui estudar na escola Jinga Mbande onde conheci outros mc's, e apartir de aí comecei a fazer freestyles, onde sempre me destaquei. As pessoas apostavam sempre em mim, não desisti, já em 1999 no Macarenco, junto com outros bons rappers formavamos rodas, rimavamos com humildade, era um movimento a parte. Ouvi falar de outras concentrações como as sextas na sagradas familia. Evolui com base nisto, no ano de 2000 junto com Sniper, Killah O e P.M.G, formamos o grupo Killah Rhymes, com uma produção minha direcionada com pianno tocado por Nikila do ( Esquadrão 8) demos rumo a causa que defendiamos.

Tendo dado uma pausa ao grupo nos finais de 2001 e assim em 2002 fui conciderado o 1º campeão de freestyle pelo programa big show cidade, apartir de ai o caminho estava mais claro,em 2006 lancei a minha primeira obra discografica intitulada Procura-se, com 19 faixas produzidas por Mário Pinho AKA Kqoveiro,no estudio forno, "ai sim conciderei-me um real (MC)".

Atualmente mestre de cerimonias e membro do grupo Os Reais camaradas, onde juntos formamos 1 só. Temos uma obra no mercado intitulada "Xtrilho Guda" que veio com o intuito de mostrar a verdadeira excencia do rap. Desde 2010 que faço parte da banda
M'vula, uma banda que mistura o Rap eo Rock como base.

Em Outubro de 2021 Lil' Jorge passou a se chamar Uncle Jay para a sua carreira a solo.

Uncle Jay

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