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ARTIGOS

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Yuri Da Cunha Reafirma Compromisso com a Cultura Angolana

Fonte Lea.co.ao Data 2025-03-20 21:04:59

Cantor se pronuncia sobre especulações envolvendo sua vida pessoal e reforça foco na arte e na transparência.

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Adeus a Mauro Dix DJ, talento inesquecível da nova geração angolana

Fonte Lea.co.ao Data 2025-08-29 18:15:38

O produtor que embalou festas e corações parte cedo demais, deixando saudade e um legado vibrante

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Taniiury Anuncia Fim de Contrato com Over Dose La Coka

Fonte Lea.co.ao Data 2025-01-02 17:06:42

Cantora Reflete Sobre Experiência e Planos Futuros

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 Nairo Poliglota 0

Nairo Poliglota é um rapper angolano comprometido com a realidade do gueto e a luta contra o preconceito. Autor do álbum Ritmo e Palavra e docente do ensino primário, ele também desenvolve um projeto comunitário no bairro Ngonhá, onde busca transformar vidas por meio da educação e da arte.

Criado entre o Sambizanga e a Comarca, Nairo encontrou na música uma forma de expressão e resistência. Sua trajetória no Hip-Hop começou em 2006, influenciada pelo irmão mais velho e pelo movimento cultural África Bambata, que reforçou sua missão de cantar as dificuldades e aspirações de sua comunidade.

Além da música, Nairo idealizou o projeto Livre dos Escombros, onde aborda questões sociais como a discriminação e a acessibilidade, temas centrais da sua obra Abaixo o Preconceito. Seu trabalho tem sido amplamente reconhecido e promovido, levando-o a se apresentar em palcos como o Elinga Teatro, em parceria com o coletivo Manhã de Rap.

Para Nairo, a arte não é apenas um meio de entretenimento, mas uma ferramenta de libertação e transformação social. Como educador, ele busca ampliar o acesso ao ensino em sua comunidade, tendo alugado um espaço para criar salas de aula diante da carência de escolas públicas. Apesar dos desafios, continua a lutar por apoio e investimentos para expandir seu impacto.

Com um discurso forte e uma atuação incansável, Nairo Poliglota segue usando a música e a educação para inspirar e promover mudanças reais, destacando-se como uma das vozes mais autênticas do rap consciente em Angola.

Nairo Poliglota
 Deolinda Kinzimba 0

Deolinda Inês Caetano Kinzimba, nascida a 11 de maio de 1995, em Luanda, é uma cantora, compositora e atriz angolana que ganhou projeção internacional ao vencer a 3.ª edição do The Voice Portugal, em 2016. Cresceu no bairro da Ingombota, onde desde cedo demonstrou vocação artística. Ainda criança, participava em pequenas apresentações na catequese da Igreja do Carmo e integrou brevemente um coro infantil aos 10 anos.

Aos 11 anos descobriu o rock dos anos 80 — Bon Jovi, Guns N’ Roses — e recebeu o seu primeiro violão. O irmão inscreveu-a numa pequena escola de música, mas o projeto encerrou semanas depois. Aos 14 anos começou a escrever as suas próprias canções e gravou a primeira demo num pequeno estúdio com apoio do irmão e amigos.

Aos 16 anos mudou-se para a Tanzânia, onde a irmã trabalhava na embaixada angolana. Em busca de melhores oportunidades de estudo, mudou-se sozinha para Guimarães, Portugal, em 2014, concluindo o ensino secundário na Escola Francisco de Holanda. Em 2015 iniciou o curso de Direito, primeiro no Porto e mais tarde na Universidade Lusíada, onde se licenciou.

Musicalmente, Deolinda é autodidata. Cresceu a ouvir géneros variados, influenciada pelos irmãos e pelo pai, que cantava informalmente. As suas referências incluem Whitney Houston, Mariah Carey, Phyllis Hyman, Selena Quintanilla, entre outras. Gosta de R&B, Soul e Kizomba, escreve e compõe letras autobiográficas e até guiões de filmes de terror. Afirma que em palco “se transforma” e que o seu maior sonho é ser feliz e construir uma carreira sólida na música.

A estreia televisiva aconteceu no The Voice Portugal, onde interpretou “I Have Nothing”, de Whitney Houston, levando todos os mentores a virar a cadeira. Escolheu Mickael Carreira como mentor e rapidamente se tornou uma das favoritas do público. Na final interpretou temas de Mariah Carey e Kelly Clarkson, sendo apelidada pela imprensa de “a nova Whitney Houston”. A vitória valeu-lhe um contrato com a Universal Music. O seu primeiro single, “Primeira Vez”, foi lançado em outubro de 2016.

Em novembro de 2017 lançou o álbum “Deolinda Kinzimba”, com 10 faixas em português e inglês, produzido por Miguel Ferrador. O disco recebeu críticas positivas, destacando-se a emoção e a força vocal da artista.

Em 2017 participou no Festival RTP da Canção, a convite de Rita Redshoes, com o tema “O Que Eu Vi Nos Meus Sonhos”, alcançando a final no Coliseu dos Recreios.

Em 2016 estreou-se como atriz na série “Dentro” (RTP), interpretando Raquel, uma reclusa com o sonho de ser cantora. Contracenou com Miguel Nunes e Teresa Tavares. No mesmo ano deu voz à personagem Meena na versão portuguesa do filme “Cantar” (Sing). Participou ainda no programa Sociedade Recreativa (2016–2017), interpretando-se a si própria.

Deolinda viveu vários anos sozinha em Portugal, mantendo contacto com a família — incluindo cinco irmãos — através de videochamadas. Descreve-se como autodidata, resiliente e apaixonada pela música desde sempre. As melhores memórias de infância remetem para a avó e as histórias que lhe contava.

Acredita que o maior obstáculo na sua carreira é a falta de investimento no talento, e foi essa busca por oportunidades que a levou ao The Voice. A sua maior inspiração é Mariah Carey, a quem atribui grande parte do que aprendeu vocalmente.

Hoje, Deolinda Kinzimba é reconhecida como uma das vozes angolanas mais marcantes da sua geração, combinando técnica, emoção e uma história de vida que inspira perseverança e autenticidade.

Deolinda Kinzimba
 GSon 0

Aos 23 anos, GSon é um dos incontornáveis da nova geração do hip hop nacional. O “menino-prodígio”, como já foi apelidado por muitos, lançou mais de uma dezena de faixas durante o ano que passou, entre singles a solo e participações em trabalhos alheios. Lhast, Here’s Johnny, Andrezo, Phoenix RDC, Bispo, Slow J ou Papillon não hesitaram em reclamar a sua presença. E a lista continua a crescer.

Em 2018, o MC chega em voo picado às 3 milhões de views no YouTube — falamos de “Voar”, tema incluído no novo EP dos Wet Bed Gang. Bem sabemos que visualizações nem sempre dizem muito sobre a qualidade da obra, pelo menos segundo aqueles que são os parâmetros pelos quais gostamos de nos reger. Mas neste caso? Não sobra um buraquinho de agulha por onde a dúvida se possa enfiar. A sobrar, só aquele pequeno furo na atmosfera e até esse está prometido para levar todo o “rap tuga a Neptuno”!

Já ao lado de Papillon e Slow J gritava estar a “trazer o Tupac à década do rap trap” mas isso foi antes de percebermos que tinha na voz uma ferramenta tão absoluta quanto na caneta, e que procurar defini-lo como sendo só um rapper ou só um cantor poderia acabar por se tornar num verdadeiro dilema de complexa resolução. Passeia-se com à-vontade e sem concorrência à vista por entre o rap e o trap, o gospel e a soul. Sempre aos olhos do público mas raramente fora dos palcos. Admitiu não ser pela timidez que o caracteriza que prefere não se alongar muito sobre o que faz sozinho. É que o “grupo vem sempre primeiro”. Aquele álbum a solo? Talvez não vá chegar tão cedo.

Fonte:Rimasebatidas.pt

GSon
 Inês Melina 0

Inês Melina, é uma jovem artista angolana, nascida aos 12 de Dezembro de 1995 na província do Huambo, e se deslocou para Luanda com a sua família, ainda em tenra idade. Melina morou nove anos no Bairro Cassenda e concluiu os estudos primários no Colégio Patrícia Rossana 2. Instituição, que colaborou para a formação da sua personalidade.

Findo este período, mudou-se para o município de Viana e consequentemente para o Colégio Pitruca, onde se focou no curso de Desenhador e Projectista.

Por razões académicas, deslocou-se até Lisboa-Portugal em Maio de 2013 e terminou o ensino secundário em ‘’Artes Visuais’’ na Escola Secundária Padre António Vieira. No mesmo ano, juntamente com alguns colegas, realizou uma exposição na escola cujas obras foram desenvolvidas com base em vários movimentos artísticos como o impressionismo, realismo, expressionismo, abstraccionismo e surrealismo. Esta actividade repetiu-se em 2014, e em Junho de 2015.

Ainda em 2013, aquando a sua mudança para Portugal, Inês Melina começou a frequentar aulas de ‘’Ballet Clássico e Dança Contemporânea’’, na academia “Projecto Dançar” dentro do Teatro Armando Cortez- Casa do Artística.

Em 2014 matriculou-se num curso intensivo de Design de Moda, mas por não conseguir conciliar com os estudos, decidiu então interrompê-lo para dar continuidade noutra

altura mais oportuna.

No ensino Superior estuda Design na Universidade IADE, também em Lisboa. Inês Melina realizou a sua primeira exposição individual em 2015, no mês de Dezembro em Luanda, no Espaço Bahia, com o tema de "África: costumo te ouvir".

A exposição teve como objectivo mostrar às pessoas que África não é apenas pobreza e miséria, mas também um continente carregado de história, monumentos e gente inspiradora que se enche de muita força, persistência, determinação e coragem para alcançar as suas próprias metas. Desde as riquezas naturais até ao capital humano, África tem voz e o mundo precisa parar para escutar.

No dia 28 de Maio de 2016, no hotel Zurique, em Lisboa, Inês Melina participou do evento alusivo ao dia de África, realizado pelas associações de estudantes africanos em Portugal, em que expôs no local 12 obras de sua autoria.

Apaixonada por arte, Inês não encontra outra razão ou motivação para a sua existência. Define a expressão artística como o seu respirar. Pretende trabalhar, de forma directa ou indirecta, com todas as manifestações de arte: Dança, Pintura, Música, Design e Literatura. Fazendo uso das mesmas para dar o seu contributo no desenvolvimento de Angola, quiçá África.

Fonte:Neovibe

Inês Melina

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