Certifica-se Como Artista Real Na LEA. Começa Agora
Logo da Lea.co.ao

Artistas Recém Adicionados

Janious
Janious Cantor
📅 27-06-2026
Elly K
Elly K Escritor
📅 29-06-2026
Gil África
Gil África Musico
📅 27-06-2026
Ngola-K
Ngola-K Grupo Musical
📅 27-06-2026
Vulkanico
Vulkanico Cantor
📅 27-06-2026
Willy Drugz
Willy Drugz Cantor
📅 27-06-2026
General Hancock
General Hancock Cantor
📅 27-06-2026
Yurih Vellah
Yurih Vellah Cantor
📅 27-06-2026

ARTIGOS

/images/noticias/Nicki-Minaj-paga-indenizacao-de-ultima-hora.jpg

Nicki Minaj paga indenização de última hora e evita venda forçada de mansão

Fonte Lea.co.ao Data 2026-01-29 01:48:10

Rapper quitou dívida de US$ 503 mil minutos antes de juiz autorizar a venda de sua casa avaliada em US$ 20 milhões

/images/noticias/Ritos de Passagem-artigo.jpg

"Ritos de Passagem": O Álbum que Celebra as Transições da Vida nas Culturas Africanas

Fonte Lea.co.ao Data 2024-12-07 12:39:34

Uma jornada musical profunda, com 22 faixas repletas de significado cultural e espiritual.

http://www.lea.co.ao/images/noticias/lwei principal.jpg

Lwei lança “Beautiful Day” e supera as expectativas na Russia.

Fonte Lea.co.ao Data 2021-11-12 08:30:11

Lewei é um artista angolano radicado na Suécia que primeiro imigrou para África do Sul e de lá conseguiu entrar para a União Europeia onde reside actualmente.

Quem está na lea.co.ao

 Jofre Rocha 0

Escritor, poeta e jornalista angolano, Jofre Rocha, pseudónimo literário de Roberto António Victor Francisco de Almeida, nasceu em fevereiro de 1941, em Kaxikana, município de Icolo e Bengo. Mais tarde, foi viver para Luanda, onde fez a escola primária e parte dos estudos secundários.

Em junho de 1961, quatro meses depois da marcante revolta dos presos da cadeia de Luanda (4 de fevereiro de 1961) - que vai desencadear no início de uma guerra colonial que terá fim com a Revolução do 25 de abril de 1974 -, Jofre Rocha parte para Lisboa onde termina o 7.º ano do liceu.

Contudo, abertas as portas do avião, simbolicamente as portas que lhe dariam acesso ao aprofundamento da sua formação académica, o autor deparou com a repressão e o obscurantismo, personificados na figura da PIDE, polícia fascista portuguesa, que o deteve na cadeia de Aljube, durante quatro meses.

Findo este período, foi, de novo, enviado para Luanda, onde continuou preso até 1963, sem qualquer julgamento.

Retomada a liberdade, o autor, lutador convicto dos ideais nacionalistas e independentistas, empenha-se, juntamente com outros conterrâneos, na atividade política e é preso de novo. Tendo estado dois anos sem julgamento, é finalmente julgado no 2.º Tribunal Militar Territorial de Angola, em junho de 1965. Acusado de "atividades subversivas e atentado contra a segurança do Estado", é condenado a dezoito meses de prisão efetiva e três anos de medidas de segurança. Em julho de 1968, foi libertado definitivamente.

Seis anos mais tarde, já depois da proclamação da independência de Angola, foi nomeado para importantes cargos públicos e governamentais. Eleito deputado, presidiu à Assembleia Nacional.

Com muitos outros escritores angolanos, ajudou a fundar a União de Escritores Angolanos (UEA), tendo sido presidente da sua Assembleia Geral entre 1986 e 1997. Revelando, desde muito cedo, um forte apego às artes e às letras, Jofre Rocha começou por publicar alguns dos seus trabalhos no Órgão "O Estudante" do Liceu Nacional de Salvador Correia, de Luanda, em 1959.

Foi colaborador de vários jornais angolanos, nomeadamente da página "Artes e Letras" do jornal A Província de Angola, do Diário de Angola, do ABC e do O Lobito e Convivium os quais foram veículos dos seus poemas, crónicas e contos.

Enquanto jornalista profissional, iniciou a sua atividade fazendo parte da Comissão Redatorial de Angola na Revista, Órgão da Liga Nacional Africana que, suspenso no período da guerra colonial, retomou a sua publicação em agosto de 1974.

Poeta e ficcionista, Jofre Rocha, um dos nomes importantes da "Geração de 70" angolana, continuando a incidir na temática da guerra e da degradação social e económica que dela emerge, utiliza agora um discurso mais otimista que deixa perpassar a vida e o sonho, assente no desejo de construção e reconstrução nacional: " Vem irmão, seca as lágrimas nas pupilas/toma a minha mão amiga/ percorramos o mesmo trilho batido do fundo da floresta/... e à volta da árvore milenar à beira do caminho/ saudemos a alforria ansiada pela nossa geração."

Os seus textos figuram em antologias e publicações, tais como Angola, Poesia 1971; Cancioneiro Angolano, 1972; Poesia Angolana de Revolta, 1975; No Reino de Caliban, Antologia Panorâmica de Poesia Africana de Língua Portuguesa, 1976.

Fontes:Infopedia.pt

Jofre Rocha
 DJ Cláudio Silva 0

Cláudio Mário Almeida da Silva, conhecido artisticamente como DJ Cláudio Silva, nasceu a 9 de dezembro de 1972, no Bairro Azul, em Malanje, Angola. A sua ligação à rádio e à música começou cedo e ganhou força ao longo dos anos 90, período em que o rock e a música eletrónica marcaram profundamente o seu percurso profissional.

A sua presença tornou‑se notória na Rádio LAC com o programa Top Laser (1992–1998), um dos maiores fenómenos radiofónicos da época. Às terças e quintas‑feiras, Cláudio apresentava edições dedicadas ao Pop/Rock, conquistando ouvintes e influenciando uma geração que encontrou no programa uma referência musical. O Top Laser destacou‑se também por introduzir música eletrónica num momento em que o género ainda dava os primeiros passos em Angola. Em datas especiais, o programa saía do estúdio e transformava o largo da rádio numa pista de dança ao ar livre, criando momentos que ficaram na memória coletiva.

Além do Top Laser, Cláudio Silva criou o Espiritus In Loco, um programa mais intenso, que combinava rock pesado com temáticas ligadas ao espiritismo e fenómenos paranormais, explorando uma abordagem sonora e conceptual pouco comum na rádio angolana da época. Mesmo quando passou a trabalhar em formatos distintos, como o World Chart Show (1999–2003), manteve o rock como elemento constante da sua programação. Em 2011, iniciou o programa Bons Tempos, que continua a realizar e apresentar, preservando as edições de Pop/Rock às terças‑feiras.

A influência de Cláudio Silva ultrapassou o estúdio. Ao lado de Ruca Fancony, deu vida a eventos associados ao Top Laser que ajudaram a moldar o panorama musical angolano. Esses encontros, que misturavam energia eletrónica com criatividade local, contribuíram para o surgimento do movimento que mais tarde seria conhecido como Kuduro, uma fusão de ritmos globais e identidades angolanas que se tornaria um fenómeno cultural próprio.

Ao longo da sua carreira, Cláudio desempenhou múltiplas funções: DJ, VJ, sonoplasta, locutor de publicidade e realizador de rádio. A sua visão e persistência ajudaram a expandir a música eletrónica em Angola, abrindo caminho para novas sonoridades e influenciando artistas e ouvintes que encontraram no seu trabalho uma referência duradoura.

Hoje, o legado de DJ Cláudio Silva permanece presente tanto nas ondas da rádio como na história da música eletrónica angolana. A sua contribuição para a evolução sonora do país continua a ser reconhecida, refletindo um percurso marcado por dedicação, inovação e profundo compromisso com a arte de comunicar através da música.

DJ Cláudio Silva
 Zélia Ferreira 0

Zélia Maria do Carmo Reis Ferreira nasceu a 1 de outubro de 1961, na cidade de Benguela, conhecida como a “terra das Acácias Rubras”, em Angola. Cresceu num ambiente marcado pela sensibilidade artística e, desde cedo, demonstrou interesse pelas artes visuais. Atualmente reside em Vilamoura, no Algarve, onde mantém o seu atelier e continua a desenvolver o seu trabalho artístico. É casada desde 21 de novembro de 1986.

Formou‑se no Instituto Diderot de Belas Artes, em Bruxelas, Bélgica — antiga Escola do Sablon, no “Vieux Sablon de Bruxelles” — onde se diplomou em Pintura de Aquarelas, Carvão, Trompe L’oeil, Falso Mármore, Arquitetura e Decoração de Interiores. Complementou a sua formação com cursos de arte online, aprofundando técnicas e abordagens contemporâneas. A sua obra revela uma forte ligação às memórias e paisagens angolanas, que retrata com realismo, detalhe e sensibilidade.

Ao longo da carreira, participou em diversas exposições individuais e coletivas em Angola, Portugal, Bélgica, França e Emirados Árabes Unidos. Em 2000 apresentou no Centro Cultural Espanhol “Pablo Iglesias”, em Bruxelas, uma exposição individual com mais de cinquenta aquarelas dedicadas a paisagens de Portugal e Espanha, sob o título “Península Ibérica”. Em 2015 realizou no Memorial Dr. António Agostinho Neto, em Luanda, a primeira exposição individual de um artista no Mausoléu, apresentando mais de setenta obras em aquarela e óleo na mostra “Loanda – Aquarelas da Nossa Memória”. No ano seguinte participou numa exposição coletiva no mesmo espaço, ao lado de mais de trinta artistas angolanos. Em 2017 apresentou em Faro uma exposição individual dedicada à mulher angolana, intitulada “Março Mulher”, e no mesmo ano expôs na Embaixada de Angola em Portugal a mostra “Paz e Progresso”, composta por mais de quarenta obras.

Ainda em 2017 participou na ArtShopping Paris, no Carrousel du Louvre, representando Angola entre dezenas de artistas internacionais. A sua obra “Sorrisos” foi distinguida com a Medalha de Ouro. Em 2018 voltou a ser premiada com outra Medalha de Ouro na INDEX Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, com a obra “Cupido”. Desde 2017 é membro da Artcom Expo International, sediada na Noruega.

O seu trabalho tem sido amplamente reconhecido pela forma como valoriza as suas raízes angolanas, retratando paisagens, rostos e memórias que fazem parte da identidade cultural do país. A artista tem contado com o apoio de figuras e instituições que acompanham o seu percurso, incluindo o seu mecenas Manuel Cerqueira Pereira, que contribuiu para a realização da exposição no Carrousel du Louvre. O seu trabalho tem sido igualmente documentado por profissionais como o realizador N’guxi dos Santos, distinguido internacionalmente e autor de reportagens sobre a artista.

A obra de Zélia Ferreira destaca‑se pela técnica apurada, pela profundidade emocional e pela capacidade de preservar, através da pintura, fragmentos da história e da memória coletiva angolana. A artista mantém uma produção ativa e continua a afirmar‑se como uma das vozes relevantes da pintura angolana contemporânea.

Zélia Ferreira
 C4 Pedro 1

Pedro Henrique Lisboa Santos, conhecido artisticamente como C4 Pedro, nasceu em 7 de julho de 1983, em Sambizanga, Luanda. É um cantor, compositor, guitarrista, produtor e empresário angolano. Sua jornada musical começou na Bélgica, onde viveu por dez anos e deu os primeiros passos na indústria.

Início da Carreira e Parceria com Lil Saint
C4 Pedro começou sua carreira ao lado de seu irmão Lil Saint, seguindo os passos de seu pai, Lisboa Santos, que também é músico. Sua mãe, por outro lado, atua como estilista. Em 2007, lançou, junto com Lil Saint, seu álbum de estreia Lágrimas — Um Só Povo, Uma Só Canção, inicialmente na Bélgica e posteriormente em Angola em 2009.

Seu segundo álbum solo, Calor e Frio (2011), consolidou sua popularidade graças a sucessos como "Dá Só", "Calor e Frio", "Pokémon e Picachu", "Casamento" e "Bo Tem Mel" (este último produzido por ele, com participação de Nelson Freitas). A turnê deste álbum levou C4 Pedro a esgotar o Coliseu dos Recreios em Lisboa, em julho de 2013.

Parceria B4 com Big Nelo
Em 2013, surgiu o icônico projeto B4, formado por C4 Pedro e Big Nelo. O grupo rapidamente conquistou a indústria musical, impulsionado pelo hit "É Melhor Não Duvidar", que acumulou mais de 25 milhões de visualizações no YouTube. A dupla percorreu diversos países até o encerramento do projeto em setembro de 2015, depois de uma série de shows esgotados, incluindo o Campo Pequeno (Lisboa, 2014) e o Coliseu dos Recreios (2014).

O álbum Los Compadres — Ao Vivo em Lisboa, gravado durante um show no Campo Pequeno e lançado no final de 2014, permaneceu por meses no topo das tabelas de vendas em Portugal.

Trajetória Solo e Conquistas
Em 2015, C4 Pedro lançou o álbum King Ckwa, com o selo Sony Music Entertainment, chegando ao número 1 no iTunes e figurando entre os mais vendidos em Portugal. O disco trouxe sucessos como "Vamos Ficar Por Aqui", "Tu És a Mulher", "Spetxa One" e "African Beauty" (com DJ Maphorisa).

Além da música, o artista teve participação na novela portuguesa "A Única Mulher" e emprestou sua voz a dois personagens do filme de animação "Hotel Transylvania 2".

Colaborações e Versatilidade Musical
C4 Pedro é um dos artistas mais versáteis da música angolana, transitando por Afro-beat, Afro-house, R&B, Zouk e Kizomba. Ao longo da carreira, colaborou com nomes como Pérola, Zona 5, Big Nelo, Nelson Freitas, DJ Maphorisa, Kaysha, Edmázia Mayembe, Prodígio e Francis “MC Cabinda”.

Com uma trajetória marcada por inovação e sucesso, C4 Pedro continua a ser um dos maiores ícones da música angolana, elevando o cenário musical nacional ao reconhecimento internacional.

C4 Pedro

Produtos & Serviços

EM BREVE


Griotologia Kz 1000 Obra Virtual
Raptitivo Kz 1000 Obra Virtual
Eme Mwene Kz 1000 Obra Virtual
Fénix Kz 1500 Obra Virtual


Maximize os leads e as conversões

Garanta contatos de maior qualidade e aumente suas taxas de conversão.

Aumente as vendas online

Esteja presente onde seus clientes estão e impulsione o tráfego para seu site, aumentando as vendas.

Gere mais visitas à loja

Traga mais clientes para o seu estabelecimento e aumente as vendas presenciais.

EM BREVE


EM BREVE


EM BREVE


Entrega ao Domicilio Gratís No Kilamba

Clica aqui para mais informações

Entrega ao Domicilio Gratís No Morro Bento

Liga agora para o nosso pessoal.

Entrega ao Domicilio Gratís Na Maianga

O pessoal da Maianga está a espera