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ARTIGOS

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Beni Dya Mbaxi convidado pela Universidade Federal do Oeste da Bahia, no Brasil.

Fonte Lea.co.ao Data 2024-04-08 08:08:03

O jovem escritor angolano, Beni Dya Mbaxi, volta a ganhar destaque nas academias brasileiras, desta vez, é um dos convidados dos Programas de Ações Afirmativas da Universidade Federal do Oeste da Bahia.

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3Finner Cumpre Promessa e Entrega Casa à Mãe de Mano Chaba

Fonte Lea.co.ao Data 2025-01-30 02:02:51

Gesto solidário do cantor angolano emociona e inspira a comunidade artística.

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"Ritos de Passagem": O Álbum que Celebra as Transições da Vida nas Culturas Africanas

Fonte Lea.co.ao Data 2024-12-07 12:39:34

Uma jornada musical profunda, com 22 faixas repletas de significado cultural e espiritual.

Quem está na lea.co.ao

 Paulo Kapela 0

A vida e obra de Mestre Paulo Kapela têm um lugar de excepção no contexto artístico no boom da capital de Angola. O artista é um fugitivo no seu próprio país, um Mukongo do Uige que veio para Luanda em 1996. Tornou-se um mestre artístico e espiritual para a nova geração de artistas, apesar de mal falar português, expressando-se mais em francês. É um personagem carismático pelo seu modo pouco ortodoxo de viver e um universo muito pessoal, mas também pela sua forma única de produção de arte através da combinação de objectos díapares e até discordantes para a criação de novos contextos.

Nos últimos anos tem emergido no contexto da Trienal de Luanda, e o seu trabalho foi mostrado também nas exposições Check List - Luanda Pop e Bienal de Veneza 2007 e Luanda Smooth and Rave em Bordéus 2009. Em 2003 foi congratulado com o Prémio de CICIBA - Centro Internacional de Civilizações Bantú em Brazzaville (República do Congo). Apesar deste reconhecimento internacional, o seu trabalho apenas se pode compreender no contexto local, ou seja, no seu ateliê no centro da cidade de Luanda.

Encontramos a maioria dos espaços artísticos no centro da cidade. Exemplo disso é o edifício em ruínas na União Nacional de Artistas (UNAP). É um dos principais lugares de produção artística de Luanda, com duas galerias no primeiro andar e um vários ateliês no segundo, providenciando espaço para alguns dos artistas locais. Os ateliês da UNAP não são apenas lugares de trabalho para os artistas mas também um abrigo, frequentado por amigos dos artistas para fazer uma pausa para uma cerveja ou reunirem-se à hora do almoço ou ao fim da tarde, refugiando-se das ruas apinhadas e quentes de Luanda, onde o trânsito avança a passos de caracol.

Numa parte recôndida do prédio UNAP pode-se encontrar um espaço diferente de todos os outros, que remete para as heterotopias de Foucault na sua peculiaridade, escondido no meio do barulhento e lotado centro da cidade. É o atelier do Mestre Paulo Kapela, no qual só entra quem souber como chamá-lo numa entrada quase invisível. Ao aceder ao seu ateliê, parece que se chega a um outro mundo, mas também a uma espécie de igreja. Através do telhado em destroços podemos ver parte do céu, acentuando este ambiente único. De repente estamos num labirinto que consiste em inúmeros objetos de diferentes origens, como latas, brinquedos e flores de plástico. O espaço de Kapela é preenchido por arranjos surreais de coisas encontradas na rua, usando inimagináveis elementos para criar representações de seu universo interior, que combina a filosofia Bantu, o Catolicismo, o Rastafarianismo e iconografias socialistas com um forte sentido de louvor à cultura local. Elementos profanos, por exemplo anúncios publicitários, são colocados ao lado de objetos religiosos tais como crucifixos e velas. Entre as obras de arte há muitos quadros de vários tamanhos, fabricados ao estilo da escola de Brazzaville Poto-Poto, onde Kapela trabalhou antes de vir para Luanda. Mas o que realmente chama a atenção são as inúmeras colagens, retratando personalidades da vida de todos os dias, mas também políticos e pessoas da mídia internacional. Há trabalhos que mostram o actual presidente de Angola Eduardo Dos Santos junto do primeiro presidente Agostinho Neto e até do último líder da UNITA, Jonas Savimbi. Muitas colagens retratam o próprio artista com as mesmas características. Em muitas delas, Kapela colocou um pequeno espelho na testa da pessoa retratada. Esta poderia ser uma referência às esculturas tradicionais Nkissi, também conhecidas como “fetiches do Kongo”, tendo um espelho na barriga, que dizem ativar o poder mágico. Em Luanda, é possível encontrar essas figuras em vários ateliês de artistas, mas a sua adopção para a cena artística contemporânea é rara. Em trabalhos recentes de Kapela, há também uma coroa de penas à volta da cabeça de muitos retratados. Outro elemento dominante de todas as suas obras são os escritos que emolduram as colagens, citando os seus colegas artistas, bem como outros elementos do universo pessoal de Kapela. O seu nome aparece de várias formas: Paulo Kapela, Mestre Kapela mas também como Papa Paulo II Kapela Baafrica Prophete na Congo, fundindo a figura de João Paulo II com a do próprio artista.

Kapela avalia o seu trabalho uma questão importante no contexto da reconciliação entre as culturas europeia e africana e para re-lembrar e re-estruturar uma sociedade fraturada e amputada após os anos de guerra. Ele tenta encontrar um equilíbrio entre os elementos discordantes, le balance entre le peixe e le maniok, como referiu ao falar sobre sua filosofia. Assim, todo o espaço do artista pode ser considerado uma instalação, capaz de combinar o passado e o presente da sua vida pessoal, bem como do país. Kapela recria esta história nas suas obras através da sua perspectiva bem original, que combina narrativas reais e surreais, narrando pesadelos e utopias de Luanda.

Fonte:africancontemporary.com

Paulo Kapela
 Elisabeth Ventura 0

Elisabeth Ventura, conhecida artisticamente como Lira, nasceu e cresceu em Angola, onde desde cedo demonstrou talento para a música. Apesar da paixão pelo Rap, sempre manteve o foco nos estudos, conciliando a vida artística com a formação acadêmica. Licenciou-se em Engenharia de Pesquisa e Produção Petrolífera pelo Instituto Superior Politécnico Katangoji, superando desafios e conquistando seu diploma com distinção.

Elisabeth credita o sucesso acadêmico ao apoio incondicional de sua mãe, que incentivou sua jornada musical, impondo como condição a dedicação aos estudos. Motivada por essa influência, a artista pretende futuramente ingressar no mestrado, embora, no momento, queira aproveitar sua mais recente conquista.

Carreira Musical
A relação de Lira com o Rap começou aos 12 anos, como forma de expressão e superação de dificuldades. Em 2012, sua carreira ganhou forma ao integrar rodas de freestyle, onde desenvolveu sua identidade musical. Desde então, colaborou com vários artistas e produtores renomados do cenário angolano, como Gui Mc, Eva RapDiva, WonderBoys, Hélio Plasma, Duc e Nico, KsDrums, Os Flava, Cia, YoungPower, DH e Nello Boy.

O estilo de Lira se destaca pela irreverência e autenticidade, refletindo suas experiências e visão do mundo. Em suas músicas, aborda temas sociais e pessoais, transmitindo mensagens impactantes aos fãs.

Vida Pessoal e Parceria com Cage One
Desde 2021, Elisabeth Ventura e o rapper Cage One assumiram publicamente um relacionamento. A parceria se consolidou não apenas no amor, mas também na música, com o lançamento do single de sucesso "No Low". O casal celebrou o nascimento do filho Johari em dezembro do mesmo ano, e em 2024, Elisabeth deu à luz Ana Júlia, um dos momentos mais marcantes de sua vida.

No aniversário de Elisabeth, Cage One compartilhou uma emocionante homenagem, destacando seu amor e admiração pela mulher que o tornou um homem realizado.

Reconhecimento Internacional
A ascensão de Lira ultrapassou fronteiras. Em 2020, fez história ao subir ao palco do BET Hip Hop Awards, na icônica sessão Hip Hop Cyphers, ao lado de Cage One. O evento, que já recebeu lendas como Eminem, Busta Rhymes, Kanye West, Pusha-T e 50 Cent, marcou um momento inédito para a música angolana.

Legado e Futuro
Para Lira, 2024 foi um ano de conquistas, tanto na vida pessoal quanto profissional. Além da maternidade, conseguiu realizar 70% dos seus projetos planejados, consolidando sua posição no cenário musical. Para 2025, promete novas surpresas e projetos que continuarão a cativar seus fãs.

Com uma trajetória marcada pela determinação, talento e resiliência, Elisabeth Ventura segue firme em sua missão de inspirar e impactar o público através da música e da arte.

Elisabeth Ventura
 Kool Klever 0

Francisco Nelson Manuel Fernandes Bernardo, conhecido artisticamente como Kool Klever, nasceu no dia 23 de fevereiro de 1973, em Luanda, Angola. Poeta, compositor, rapper e letrista, Klever é um dos nomes mais icônicos e influentes da cultura Hip Hop em Angola.

Sua jornada musical começou em 1992, quando fundou o grupo GC Unity (Ghetto & City Unity) ao lado de Prince Wadada e Gangsta Du. O grupo fez história como o primeiro de rap a ter músicas em português transmitidas nas rádios angolanas. Após a saída de Wadada e Du para Portugal, Kool Klever seguiu carreira solo, gravando e se apresentando enquanto colaborava com outros artistas, escrevendo letras marcantes para nomes como SSP, Bruna Tatiana, Donna Kelly e Phatha Mak.

Em 2008, após anos de expectativa, Klever lançou seu primeiro álbum, "Kooltivar – Páginas rimadas do livro da minha vida", que se tornou uma obra indispensável para os amantes do rap angolano. O álbum, de caráter autobiográfico, trouxe uma mistura de poesia e beats, abordando questões sociais e experiências pessoais, solidificando sua posição como uma referência do gênero.

Kool Klever também desempenhou um papel importante como "ghostwriter", emprestando seu talento para composições em outros estilos musicais. Sua habilidade e profundidade como letrista são amplamente reconhecidas, evidenciando o brilho e encanto de suas criações.

Além de rapper, Kool Klever é um dos maiores ativistas e fomentadores do movimento Hip Hop em Angola. Ele apresenta programas de rádio como o Big Show Cidade e o Ecléctico FM, e organiza eventos de rap no Espaço Bahia, que ocorrem tradicionalmente às sextas-feiras.

Com uma carreira que atravessa décadas, Kool Klever é amplamente respeitado como uma figura que impulsionou o rap angolano, representando com maestria a cultura Hip Hop e inspirando novas gerações de artistas. Sua trajetória não é apenas um testemunho de talento, mas também de paixão e dedicação ao movimento cultural que abraçou desde o início.

Kool Klever
 Duo Ouro Negro 0

Raul Indipwo e Milo MacMahon formaram, em 1959, o Duo Ouro Negro. Raul e Milo conheciam-se desde a infância, em Benguela (Angola) e, quando se reencontraram, já no início da idade adulta, iniciam um projecto centrado no folclore angolano de várias etnias e línguas. O nome Ouro Negro foi escolhido porque, naquela região de Angola, designava tudo o que fosse excepdonal: o petróleo, o café, um jogador de futebol fora de série ou um bom cantor.

Quem os baptizou foi a docutora Maria Lucília Dias da Rádio Clube do Congo Português.

Um espectáculo que deram em Luanda incluía uma cláusula que garantiu uma apresentação no cinema Roma, em Lisboa. E assim o grupo chega à Metrópole, pela mão do empresário Ribeiro Braga, onde alcança êxitos não apenas no referido cinema como também no Casino Estoril. Desta breve viagem resulta a gravação de três discos.

Após o regresso a Angola, integram um terceiro elemento, José Alves Monteiro que, em breve, deixaria o grupo. A carreira dos Ouro Negro tem, a partir de então, uma expressão internacional. No espaço de um ano, actuam na Suíça, em França, na Finlândia, na Suécia, na Dinamarca e, naturalmente, em Espanha e Portugal. Em Lisboa, ao êxito quase instantâneo dos primeiros discos, sucedem-se actuações em programas televisivos e radiofónicos, a par de inúmeras prestações em casas de espectáculos.

Seguindo a “onda” dos ritmos de dança como o twist, o madison, o surf e muitos outros, o Duo Ouro Negro lança o kwela, que rapidamente se transformou numa moda, sendo considerado o ritmo do Verão em1965. Na realidade, o kwela mais não era que uma dança ritual da tradição africana, que em dialecto zulu quer dizer flauta. A nova moda pegou e, para a cena europeia, representava uma novidade encantadora. Paris rendeu-se ao kwela e a Europa também.

O Duo Ouro Negro conhece, em 1966, um dos pontos mais altos da sua ainda recente carreira, ao actuar no Olympia e no Alhambra, em Paris. E no ano seguinte, naquela que pode ser considerada uma das mais elevadas distinções do grupo, actuam na Sala Garnier da Ópera de Monte Carlo para os Príncipes do Mónaco, por ocasião das comemorações do IV Centenário do principado. Ainda nesse mesmo ano, são galardoados em Portugal com o Trofeu da Imprensa.

O Olympia de Paris transforma-se numa sala talismã para o Duo Ouro Negro. Em 1967, a sala acolhe-os durante três semanas em Maio e outras três em Outubro. Repartem estas actuações com espectáculos em diversas televisões europeias. O Brasil é outro dos palcos da actuação dos dois angolanos nesse mesmo ano de 1967, com recitais no teatro Cecília Meireles e no Canecão. Neste ano de ouro para o Duo Ouro Negro acontece, ainda, no programa da RTP de coroação da Rainha da Televisão de 1960. Flama,35-5-60 uma verdadeira consagração, ao actuarem no Rendez-Vous avec Danny Kaye, o espectáculo de comemoração do 20º aniversário da UNICEF, transmitido de Paris para mais de 200 milhões de telespectadores.

“Figuras fulgurantes do music-hall não apenas em Portugal mas por toda a Europa onde os escutam e enlouquecem”, de acordo com uma revista da época, Raul e Milo conhecem a partir de 1968, uma segunda fase da sua carreira. Ao conquistarem o Canadá e, depois, os Estados Unidos, internacionalizam as suas músicas a uma escala mais larga. Em Chicago assinam um contrato com a Columbia Artists Management e, depois de um breve regresso a Portugal e a África, brilham no Waldorf Astoría, em Nova Iorque.

Também a América Latina foi palco de dois espectáculos do Duo Ouro Negro, no teatro Maipu, de Buenos Aires, a par de quatro espectáculos televisivos e do lançamento do LP Ouro Negro Latino. O cosmopolitismo do grupo não pára e uma longa digressão ao Japão consolida o seu prestígio em terras do Oriente.

Nos anos setenta com o espectáculo Blackground, o Duo Ouro Negro faz êxito em Lisboa e mais tarde na Alemanha. Têm, então, a intenção de abandonar as canções mais ligeiras, como Maria Rita, para se dedicarem ao folclore angolano como eixo da sua carreira.

Dois meses antes do 25 de Abril, Raul Indipwo desdenhava, de certa forma, da actuação em Portugal, afirmando que “a verdade é que não há um sítio, uma casa de music-hall para cantarmos. A televisão contrata como vedetas cançonetistas que lá fora ficam num plano inferior a nós”.

Com a revolução, o Duo Ouro Negro experimenta sons de carácter mais vanguardista e, em breve, optam de vez pelo estrangeiro, com novas actuações nos Estados Unidos, Austrália e Paris.

No final da década de 70 chega um tempo de maior calma para a música do duo que ainda volta a cintilar alto em Portugal com Império de lemanjá. Com a morte de Milo, no final dos anos 80, termina a carreira do Duo Ouro Negro.

Raul Indipwo morreu a 4 de Junho de 2006.

Para sempre ficam Kuríkutéla, Muiowa, Muxima, Kwéla, Sylvie, Maria Rita, Blackground, Império de lemanjá, Amanhã, Vou Levar-te Comigo.

Fonte:angolabelazebelo.com

Duo Ouro Negro
 Nelo Teixeira 0

Nelo Teixeira nasceu em 1975, em Ambrizete, província do Zaire, Angola. É um artista plástico multidisciplinar, cuja prática abrange escultura, instalação, pintura, colagem e assemblagem, mantendo um percurso consistente entre a criação artística e a cenografia para teatro e cinema.

O seu primeiro contacto com a carpintaria ocorreu no seio familiar, onde aprendeu técnicas tradicionais de trabalho em madeira, incluindo a escultura de máscaras inspiradas na arte ancestral angolana. Essa base técnica levou-o a especializar-se também em cenografia, área em que colaborou regularmente com produções teatrais e cinematográficas, destacando-se trabalhos em filmes como Na Cidade Vazia, O Herói, Ponto de Encontro e As Bondosas.

Em 1993, decidiu aprofundar a sua formação artística através de oficinas de pintura e escultura na UNAP – União Nacional dos Artistas Plásticos, em Angola. Desde então, desenvolveu uma obra marcada pela observação crítica da sociedade contemporânea, das transformações sociais e das dinâmicas urbanas, sobretudo em Luanda. O próprio artista define a sua relação com a criação como algo sensorial e expressivo, afirmando querer “sentir o seu trabalho como a guitarra de B. B. King”.

A sua produção artística caracteriza-se pelo uso recorrente de materiais reaproveitados — madeira, metal, plásticos, tecidos e objetos descartados — integrando referências à Arte Bruta, Arte Povera e ao movimento Fluxus. Esses elementos são transformados em narrativas visuais que oscilam entre o poético e o social, abordando temas como identidade, precariedade, resiliência, ambiente e memória coletiva. A experiência em cenografia reflete-se na forte dimensão instalativa das suas obras, muitas vezes associadas a arquiteturas precárias e formas antropomórficas.

Nelo Teixeira expõe regularmente desde o ano 2000, em Angola, Portugal e Itália, tanto em exposições individuais como coletivas, com presença em instituições como o Museu de História Natural de Luanda, a Galeria Banco Económico, o ELA – Espaço Luanda Arte, e espaços independentes em Lisboa e Milão.

Em 2015, representou Angola na 56.ª Bienal de Veneza, integrando o Pavilhão de Angola On Ways of Travelling, ao lado de artistas como António Ole, Binelde Hyrcan, Délio Jasse e Francisco Vidal. Desde então, consolidou uma carreira internacional, mantendo um diálogo constante entre tradição e contemporaneidade.

Atualmente, vive e trabalha entre Angola e Portugal, continuando a desenvolver um corpo de obra atento às transformações sociais, ao território e às questões de identidade, utilizando a arte como ferramenta de reflexão crítica e reinvenção coletiva.

Nelo Teixeira

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