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ARTIGOS

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Adeus a Mauro Dix DJ, talento inesquecível da nova geração angolana

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O produtor que embalou festas e corações parte cedo demais, deixando saudade e um legado vibrante

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Beni Dya Mbaxi lança o portal “Musseque News” e reforça presença na literatura e no cinema angolano

Fonte Lea.co.ao Data 2026-03-04 00:52:06

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Canal do Mano Chaba Gera Polémica: Monetização, Pressões Familiares e Disputa Pelo Legado do Kudurista

Fonte Lea.co.ao Data 2026-03-18 23:15:18

Entre acusações, áudios vazados e números que nem sempre significam riqueza, o caso Mano Chaba reacende o debate sobre como o YouTube realmente paga — e como a desinformação transforma visualizações em conflitos

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 Francis MC Cabinda 0

Domingos França Francisco é um rapper e compositor angolano conhecido nas lides da música como; Mc Cabinda, para Francisco, Frank Francis & Rei do Duplo sentido.

Mc Cabinda despertou o gosto pela música ainda pequeno quando fazia playbacks na escola e em festas de família. Na sua infância teve como inspiração local Eduardo Paim, Paulo flores, mas tendo em Michel Jackson a principal figura musical na infância. Sua paixão pelo rap foi despertado pela música "I need love" do rapper americano LL Cool J, o primeiro contacto com rap em português foi graças a GC-UNIT, SSP, Boss AC, Black Company e *Gabriel Pensador, todos álbuns dos SSP fizeram parte do menu de playbacks do mc cabinda, que dividia o sonho de ser músico, escritor com o de ser jogador de futebol. A música parecia a mais distante na altura porque não era fácil gravar nos anos 90 e principalmente para uma criança, então Francis investia tudo na sua aventura futebolística e na sua paixão por escrita, chegando a escrever mais de 5 poemas por semana

TRAJECTO
Tendo uma infância dividida entre Cassenda, Alvalade, Maculusso e Palanca, foi no palanca onde formou o seu primeiro grupo “Tem Shine” composto por elementos que viviam na rua f (a famosa rua de Bento kangamba e kabuscorp, que actualmente passou a ser conhecida como rua do Vaticano, porque muitos chamam Francis de papa Francisco). O grupo de Francis não demorou a tornar-se um fenómeno no bairro lançando várias mixtapes e coletâneas que eram de consumo interno tendo em Francis como a maior referência coisa que despertou interesse a ícones como Kool Kleva que na altura era residente do mesmo bairro, Kleva passou a ser uma espécie de padrinho e instrutor de Francis, e daí em diante alternando aparições em grupo e a solo Francis conheceu palcos do bahia, chá de caxinde e outros locais onde se exibiam os melhores executantes de rap.

Em 2008 apesar do anonimato Kleva afirmou na mídia que FRANCIS já estava entre os 10 melhores rappers da sua preferência, e fez questão de referenciar isso no seu álbum “Kooltivar” com a passagem (eles não sabem), na óptica de Kleva as pessoas não sabiam o que Francis realmente valia Em 2010. Depois de várias obras independentes com o seu grupo tem Shine, Francis com consentimento dos elementos do grupo começa apostar numa carreira a solo e lança a música "Divas" que foi aclamado pela crítica como uma das melhores composições o que rendeu-lhe bons elogios de artistas conceituados, em 2012 Francis começa a trabalhar na sua primeira mixtape a solo quando recebe o convite de Ready Neutro para uma mixtape colaborativa com o título *Duplo Impaktu, depois de 2 músicas promocionais saírem a rua a mesma mixtape não chegou a sair por problemas técnicos. Francis seguia voltou ao plano a solo mas outra vez convidou o Ready Neutro para a música promocional com o título "Fuba" e juntou na mesma música os conceituados; *Abdiel, Extremo e Double S, o que aparentava ser só mais uma música tornou-se no maior sucesso de rap dos últimos tempos, transformou-se no hino da música nacional e é a música rap com mais versões na lusofonia.

Em 2013 Francis e outros elementos que participaram da música tiveram que dar uma paragem nas carreiras a solo para abraçar o tão aclamado projecto "Elenco de Luxo"

No Elenco de Luxo a exposição de Francis passou a ser maior e recebeu o título de “Rei do Duplo Sentido” pelo jeito único de construir os seus versos. O projecto Elenco de Luxo foi sucesso absoluto rendendo vários prémios e nomeações incluindo de Rap do ano 2014 (Rádio Luanda), Rap do ano 2014 (Angola Music Awards)

Em 2014 Francis lançou uma compilação de participações e músicas a solo com o título "Versos de Luxo" onde incluía o street hit “Crack craque” que foi uma das mais remixadas no ano a seguir 2015

Em 2015 lançou a sua mixtape colaborativa com Ready Neutro intitulada "Duplo impacto" que foi considerada uma das melhores do mesmo ano, a forma única de escrever e a voz ímpar lhe rendeu 3 nomeações para o "Angola hip-hop awards 2016" nas categorias de melhor mixtape, melhor verso e melhor rapper. Ficou também com o prémio de melhor verso e ficou em segundo lugar na cotação para Rapper do ano.

Curiosamente, sempre trabalhou como artista independente e só em 2016 assinou com a conceituada produtora angolana Milionario que surgiu com o projecto ambicioso de dar a consistência a carreira de Mc Cabinda. Já dentro da Milionário o artista lançou no meio de 2016 o EP V.I.P que incluem os singles “Olha eu” & “Sempre”.

Francis MC Cabinda
 Milita 0

Milita canta desde os três anos de idade. Nascida em Luanda a 28 de abril, é a caçula de oito filhos.

Descoberta por Tito d'Assunção, amigo da família, produtor do Grupo Folclórico de Angola, que se apresentava nas melhores casas de shows de Luanda, a pequena Camila era a mascote do grupo, cantando e dançando. Anos mais tarde, a Emissora Oficial de Angola lançou o programa de rádio "Gente Nova" de Manuel Moreno. A jovem então passa a cantar no programa sob o pseudônimo de Milita.

Com uma popularidade cada vez maior, Milita é chamada a cantar em espectáculos ao vivo, nomeadamente "Kazumbi" e "Chá das Seis", passando a actuar por todo o país.​ Integrou também a caravana artística da Cruz Vermelha e cantou para as Forças Armadas Portuguesas - oportunidade de grande distinção.

​Em 1965 foi eleita a “Princesa do Rádio”. Nessa época, ela também participou de desfiles de moda como modelo e foi convidada várias vezes para participar de filmes, musicais e outros projetos. Estudou e trabalhou em paralelo.

Devido à instabilidade política do país, Milita, já casada, foi com o marido para o Brasil. Uma fase difícil para a cantora, que teve que deixar sua terra natal em 1975, afastando-se não só de seus inúmeros fãs, mas também de sua família e amigos.

Nem mesmo no Rio de Janeiro ela saiu do meio artístico. Cantou e participou, entre outros, no filme de Norma Benghell "Eternamente Pagú". Ela conheceu e conviveu com inúmeras personalidades brasileiras. Em 1991, regressou a Portugal e três anos depois gravou o álbum "Eu sou Angolana".​

Em 1997 mudou-se para Paris, onde em nome da Embaixada de Angola colaborou em eventos e zela pelo bem-estar da comunidade angolana em França.

Hoje, cantora, poetisa e compositora, continua a ser procurada e continua a dedicar-se a vários projetos artístico-culturais. ​

Sua inspiração é infinita e seu carisma contagiante. ​

Esbanjando alegria, e com muito jig, a artista é uma fonte de energia e otimismo, que inspira a todos.

Em Angola ainda hoje muitos a consideram "A Voz de Angola", "A Voz de Ouro", "Rainha da Música Angolana", ou simplesmente "Diva". ​

Apesar da mudança radical em sua vida, Milita nunca saiu da esquina, nem jamais cortou os laços com Angola. ​​ ​

Ela frequentemente visitava o país e se apresentava sempre que a ocasião permitia.

Fonte:

Milita
 Zélia Ferreira 0

Zélia Maria do Carmo Reis Ferreira nasceu a 1 de outubro de 1961, na cidade de Benguela, conhecida como a “terra das Acácias Rubras”, em Angola. Cresceu num ambiente marcado pela sensibilidade artística e, desde cedo, demonstrou interesse pelas artes visuais. Atualmente reside em Vilamoura, no Algarve, onde mantém o seu atelier e continua a desenvolver o seu trabalho artístico. É casada desde 21 de novembro de 1986.

Formou‑se no Instituto Diderot de Belas Artes, em Bruxelas, Bélgica — antiga Escola do Sablon, no “Vieux Sablon de Bruxelles” — onde se diplomou em Pintura de Aquarelas, Carvão, Trompe L’oeil, Falso Mármore, Arquitetura e Decoração de Interiores. Complementou a sua formação com cursos de arte online, aprofundando técnicas e abordagens contemporâneas. A sua obra revela uma forte ligação às memórias e paisagens angolanas, que retrata com realismo, detalhe e sensibilidade.

Ao longo da carreira, participou em diversas exposições individuais e coletivas em Angola, Portugal, Bélgica, França e Emirados Árabes Unidos. Em 2000 apresentou no Centro Cultural Espanhol “Pablo Iglesias”, em Bruxelas, uma exposição individual com mais de cinquenta aquarelas dedicadas a paisagens de Portugal e Espanha, sob o título “Península Ibérica”. Em 2015 realizou no Memorial Dr. António Agostinho Neto, em Luanda, a primeira exposição individual de um artista no Mausoléu, apresentando mais de setenta obras em aquarela e óleo na mostra “Loanda – Aquarelas da Nossa Memória”. No ano seguinte participou numa exposição coletiva no mesmo espaço, ao lado de mais de trinta artistas angolanos. Em 2017 apresentou em Faro uma exposição individual dedicada à mulher angolana, intitulada “Março Mulher”, e no mesmo ano expôs na Embaixada de Angola em Portugal a mostra “Paz e Progresso”, composta por mais de quarenta obras.

Ainda em 2017 participou na ArtShopping Paris, no Carrousel du Louvre, representando Angola entre dezenas de artistas internacionais. A sua obra “Sorrisos” foi distinguida com a Medalha de Ouro. Em 2018 voltou a ser premiada com outra Medalha de Ouro na INDEX Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, com a obra “Cupido”. Desde 2017 é membro da Artcom Expo International, sediada na Noruega.

O seu trabalho tem sido amplamente reconhecido pela forma como valoriza as suas raízes angolanas, retratando paisagens, rostos e memórias que fazem parte da identidade cultural do país. A artista tem contado com o apoio de figuras e instituições que acompanham o seu percurso, incluindo o seu mecenas Manuel Cerqueira Pereira, que contribuiu para a realização da exposição no Carrousel du Louvre. O seu trabalho tem sido igualmente documentado por profissionais como o realizador N’guxi dos Santos, distinguido internacionalmente e autor de reportagens sobre a artista.

A obra de Zélia Ferreira destaca‑se pela técnica apurada, pela profundidade emocional e pela capacidade de preservar, através da pintura, fragmentos da história e da memória coletiva angolana. A artista mantém uma produção ativa e continua a afirmar‑se como uma das vozes relevantes da pintura angolana contemporânea.

Zélia Ferreira

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