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ARTIGOS

/images/noticias/Morreu o rapper Makkas dos Black Company.jpg

Morreu Makkas, dos Black Company, aos 49 anos

Fonte Lea.co.ao Data 2025-08-17 11:37:01

Rapper foi um dos pioneiros do hip hop em Portugal

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Beni Dya Mbaxi lança o portal “Musseque News” e reforça presença na literatura e no cinema angolano

Fonte Lea.co.ao Data 2026-03-04 00:52:06

Escritor e cineasta destaca raízes no musseque, atuação social e novos projetos de comunicação

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Autor angolano transforma dor em esperança com nova obra literária

Fonte Lea.co.ao Data 2026-04-25 09:34:27

Paulo Francisco Gonçalves, conhecido como Poeta Falso, relata uma trajetória marcada por perdas, rejeições e superação até ver o seu manuscrito finalmente aprovado por uma editora.

Quem está na lea.co.ao

 Hoji Fortuna 0

Actor Luso-Angolano, nascido em Luanda, Angola, a 4 de Setembro de 1974. Com 20 anos emigrou para Portugal onde concluiu estudos em Administração Local. Posteriormente, frequentou o curso de Direito na Universidade Católica Portuguesa (Porto), que interrompeu para dedicar ao trabalho artístico, primeiro como modelo artístico, posteriormente como Disk Jockey e, finalmente, como actor.

Desde então, tem participado em vários projectos como actor, tanto em Televisão, como em Cinema e Teatro.

O seu trabalho como actor começa com a participação numa Peça de Teatro amador em Coimbra (1995). A peça intitulava-se "Alembamento" e era uma sátira à prática do dote e feitiçaria em Angola.

Segue-se em 1998 o filme cómico académico de Tiago Mesquita, Serrote com Cheiro de Rosa, onde interpreta várias personagens. Em 2001 estreia-se em televisão com a participação no Reality Show O Bar da TV, do qual foi vencedor.

Seguem-se as participações em Sexapeal (SIC 2002), O Crime não Compensa (SIC 2003), Levanta-te e Ri (SIC 2003), Morangos com Açúcar (TVI 2004), Os Malucos do Riso (SIC 2004-2006) e A Minha Família (RTP), entre outras.

Em cinema profissional, estreia-se com a figuração especial em Os Imortais (2003), de António Pedro Vasconcelos, onde encarna o personagem Matateu.

Outra das vertentes do seu trabalho como actor encarna-a no papel de apresentador (Miss Angola-Portugal 2005 -RTP África-, Miss PALOP 2006 -RTP África-, Hola Lisboa 2006 -1º Festival do Cinema Ibérico).

Em teatro profissional estreou-se no Teatro Nacional D. Maria II, com a peça A Mais Velha Profissão (2005-2006), vencedora dos Globos de Ouro da SIC em 2006, na categoria de Melhor Peça de Teatro, onde dança no papel de anjo. Segue-se, no mesmo teatro, a peça A Filha Rebelde (2007), onde encarna o personagem Cubano.

Em 2008 estreia-se no teatro em Inglês como protagonista na peça A Time for Farewells, pelo grupo de teatro britânico baseado em Lisboa, The Lisbon Players. Segue-se, no mesmo ano e com a mesma companhia, Recklessness, de Eugene O’Neal.

No verão de 2008 mudou-se para a cidade de Nova Iorque com o fim de aperfeiçoar o seu trabalho de ator. Nessa cidade estreia-se na peça Two Gentlemen of Verona, uma adaptação do original de William Shakespeare, apresentada pela The Curan Repertory Company no American Theatre of Actors.

Depois de uma curta reciclagem no The Stella Adler Studio of Acting, obtem um papel na peça The Tale of the Allergist's Wife, apresentada no Queens Theatre in the Park pela The Outrageous Fortune Company, e na peça Young Pugilist, apresentada no Shooting Star Theatre.

Ainda em Nova Iorque estreia-se no cinema com a longa-metragem Honeysuckle seguida da curta-metragem Code Name: Operation Black Thunder, das longa-metragens Festival of Lights, Viva Riva! e Meanwhile. Em Televisão estreia-se com a série Pan Am da estação norte-americana ABC.

Fonte:Wikipedia

Hoji Fortuna
 Bangão 0

Luanda- O músico angolano Bernardo Jorge Bangão” morreu na madrugada de domingo, na África do Sul, vítima de doença.

O músico que padecia de uma doença do fórum hepático fora evacuado em Fevereiro do ano em curso para a África do Sul, onde esteve internado até a sua morte.

Dono de uma longa e rica carreira artística, Bangão é um dos músicos mais referenciados do mercado nacional, fruto dos seus dois últimos discos “Sembele” e “Cuidado”.

Exímio executante do estilo semba, que no suporte textual das suas canções apresenta narrativas autênticas de ocorrências do quotidiano angolano, Bangão pisou pela primeira vez um palco a 18 de Outubro de 1978, como elemento do grupo os Gingas Kakulo Kalunga.

Na sua carreira artística, passou pelo agrupamento “Tradição”, em 1974, que integrava, entre outros, Alaito (tumbas) e André Lua (voz).

De 1976 a 1977 integrou, como vocalista, o grupo Processo de África, com Guncha (tumbas), Artur Décimo (viola baixo), Alaito (bateria) e Abílio (viola ritmo). No entanto a sua primeira grande aparição pública ocorre a 18 de Outubro de 1978, como integrante do grupo Os Gingas Kakulo Kalunga.

Em 1996, venceu o prémio Liceu Vieira Dias, com o tema “Kibuikila” (Peste), acompanhado pela Banda Movimento. Em plena ascensão da carreira Bangão é convidado, em 1999, a fazer parte da Banda Movimento, sempre como vocalista.

No mesmo ano, ganhou a primeira edição do concurso Semba de Ouro, com a canção “Kangila” (pássaro agoirento) e afirmou-se como cantor e compositor de inequívocos créditos firmados.

O ano 2003 consagrou Bangão como um dos maiores intérpretes da música popular angolana. Neste ano, no Top Rádio Luanda, ganha os prémios da música do ano, com o tema “Fofucho”, voz masculina do ano e é reconhecido com o prémio preservação pela sua incessante defesa da música popular angolana.

Em 2005 venceu o Top dos Mais Queridos, da Rádio Nacional de Angola (RNA).

Nascido a 27 de Setembro de 1962, no bairro Brás, no actual distrito urbano do Sambizanga, em Luanda, onde inicia a carreira musical, Bangão já participou em espectáculos realizados em Portugal, Argentina, Namíbia e Brasil, onde dividiu o palco com o cantor brasileiro Gilberto Gil.

Fonte: Angop

Bangão
 Sigma 0

Sigma, nome artístico de Vladimiro Sérgio Hitilaval Val Santos, é um rapper angolano, nascido em Luanda, no dia 10 de setembro de 1988. Solteiro, cresceu num ambiente familiar onde a música sempre esteve presente e teve contacto, desde cedo, com uma diversidade sonora que moldaria a sua identidade artística.

Filho de Hitilaval Val Santos e Suzana Jacinto, foi exposto ainda na infância a vários estilos musicais que iam do semba e kizomba às músicas cabo-verdianas, congolesas, brasileiras, blues americano, sons das Antilhas como Kassav, reggae jamaicano com Bob Marley, além de bandas europeias marcantes da época. A mãe, Suzana Jacinto, cantava em festas de quintal, e embora não tenha seguido carreira, deixou-lhe uma forte ligação emocional à música.

Durante a adolescência, descobre o hip-hop e nasce o que descreve como “o bichinho do rap”. O seu percurso começa pelo beatbox, antes mesmo de rimar ou escrever letras, e só mais tarde, por volta dos 14 ou 15 anos, passa ao freestyle e à composição. As suas principais influências incluem nomes internacionais como Nas, KRS-One, 2Pac, Jay-Z, Mobb Deep, The Notorious B.I.G. e Fugees; da cena lusófona, Dealema, Sam The Kid, Boss AC e Black Company; do Brasil, Gabriel o Pensador e Racionais MC’s; e de Angola, referências como SSP, Filhos da Ala Este, Pobres Sem Culpa, Movimento K, Kiquel Vi e Mistykal Minds.

A sua estreia em estúdio acontece no início dos anos 2000, incentivado pelo amigo Zandi, que já tinha alguma experiência musical e com quem formou o grupo VZ Company. Juntos gravaram a música “Traição”, lançada entre 2004 ou 2005, com participação da artista Nucha. Antes disso, Sigma já escrevia letras próprias, sendo “Inferno Azul” a sua primeira composição, gravada apenas anos mais tarde.

Sigma iniciou o seu percurso na Lab Track, label fundada em parceria com o produtor Dr. Kivox. No entanto, a permanência na label tornou‑se limitada quando o C.O. se mudou para o Brasil para estudar, onde permaneceu cerca de oito anos. Apesar da distância, a colaboração entre ambos manteve‑se ativa: Kivox enviava instrumentais pela internet, Sigma gravava em Angola, e o processo criativo seguia num fluxo contínuo, mesmo separados fisicamente.

Em 2014, enquanto aguardava o regresso de Dr. Kivox ao país e sem nunca ter formalizado a saída da Lab Track — onde eram apenas os dois — Sigma integrou a L.P. do Sobrevivente 419, uma label que reunia vários artistas, entre eles Binário, Legionário, Apelação (Último Gajo a Morrer), Tatu MC, Nell Jeter, Corta Corrente, entre outros. Permaneceu nesse coletivo até 2023, ano em que decidiu encerrar esse capítulo.

Com o fim do grupo VZ Company, motivado por caminhos de vida distintos — Zandi ingressou na polícia e afastou‑se da música — Sigma seguiu a carreira a solo, mantendo uma parceria criativa sólida com Dr. Kivox. Dessa união nasceu a Lab Track, estrutura que acompanhou o seu percurso artístico durante vários anos, mesmo nos períodos de colaboração à distância.

Atualmente, Sigma segue o seu caminho de forma independente, sem label associada, embora convites para integrar novas estruturas não lhe faltem. Esta fase marca um momento de autonomia artística, maturidade criativa e afirmação pessoal no panorama musical.

A profissionalização da carreira ocorre por volta de 2009 ou 2010, quando é remunerado pela primeira vez numa atuação ligada a um concurso radiofónico, resultado de um concurso no programa do Miguel Neto, que culminou numa apresentação na Embaixada dos Estados Unidos em Angola. A partir daí, consolida-se como artista, com presença regular em palcos e meios de comunicação. A música “Traição” ganha grande destaque, com forte rotação nas principais rádios nacionais durante vários anos.

Ao longo da carreira, viveu momentos marcantes, tanto positivos quanto desafiadores. Entre os episódios mais curiosos, recorda um show na Samba em que uma música, crítica às mulheres, gerou uma reação intensa de duas espectadoras, quase resultando em agressão. No final, tudo acabou em risos, fotos e troca de contactos. Mas um dos períodos mais difíceis ocorreu em 2020, quando um grave acidente de viação afetou seriamente o seu rosto e a fala, levando-o a temer não voltar a cantar. Após uma recuperação total, regressou à música com ainda mais determinação.

Sobre a própria popularidade, Sigma não se considera “famoso”, mas reconhece que “Traição” foi uma das músicas que mais impulsionou a sua visibilidade, chegando a tocar diariamente nas principais rádios durante vários anos — um feito raro para um artista ligado ao rap underground.

Um dos seus trabalhos mais relevantes é a EP “Força de Expressão”, amplamente elogiada pela crítica pela coerência conceptual e estética — desde a capa à escolha dos beats, sequência das faixas, temas e participações — embora considerada por muitos como subestimada. Apesar de ainda não ter recebido prémios formais, já foi alvo de pequenas homenagens e concertos dedicados à sua trajetória.

No que toca a colaborações, o seu catálogo é extenso e diversificado, somando participações em projetos de diferentes gerações e estilos dentro do rap. A sua postura underground levou-o a recusar convites fora desse universo, privilegiando parcerias que respeitassem a identidade sonora que sempre defendeu. Ainda assim, manteve abertura para trabalhar com músicos responsáveis por refrões, enriquecendo as suas faixas com vozes complementares. Entre os artistas com quem colaborou ao longo da carreira destacam-se Telma Lee, Roxane (R.I.P.), Sacha, Nganje Kelly, Malef, Detergente e Marília, entre outros, consolidando uma rede criativa que atravessa épocas e influências dentro da música urbana angolana.

Um dos pontos altos da carreira, destaca ter conhecido Valdemar Bastos, que o incentivou a não desistir, e ter convivido com nomes como Paulo Flores, Ângelo Boss, Dalú Roger, Jeff Brown, Mamborró, Dom Samú, Walter Ananás e o seu “kota” Wiza (R.I.P.). Outro momento marcante foi quando anunciou ao vivo, no programa de Luís Candeia, que tinha vendido a EP mais cara de Angola, a 100.000 Kz por CD. Também recorda com carinho um show no Elinga Teatro, onde expatriados europeus — que nem falavam português — vibraram intensamente com a sua música.

Sigma permanece ativo, fiel à sua identidade artística e à convicção de que o rap é, acima de tudo, uma voz consciente e uma força de expressão.

Sigma
 D´Mag 0

D´Mag – O Híbrido é um artista multifacetado cuja identidade criativa se constrói na interseção de várias expressões artísticas. Versátil por natureza, ele transita com naturalidade entre música, literatura, poesia, artes visuais e comunicação, consolidando-se como um verdadeiro exemplo do que significa ser um criador híbrido no panorama cultural contemporâneo. D´Mag nasceu Deni Magalhães a 13 de abril 1990 em Luanda.

Músico
No universo musical, D´Mag destaca-se no Rap e no Reggae, estilos que utiliza como veículos de consciência social, empoderamento e reflexão. Suas letras combinam poesia, ritmo e emoção, criando uma ligação autêntica com o público e transmitindo mensagens que ecoam experiências pessoais e coletivas.

Escritor e Compositor
Como escritor e compositor, D´Mag demonstra sensibilidade e profundidade. Suas obras abordam temas sociais, existenciais e humanos, revelando uma visão ampla e crítica do mundo. A escrita é, para ele, uma extensão natural da sua expressão artística.

Poeta e Declamador
A poesia ocupa um lugar central na sua trajetória. Com presença marcante e domínio da palavra falada, D´Mag transforma versos em performances intensas e envolventes, capazes de despertar emoções e estimular a imaginação de quem o escuta.

Speeker e Apresentador
Dotado de carisma e eloquência, D´Mag atua também como speeker e apresentador. Sua capacidade de comunicação, aliada à empatia e à energia que transmite, torna-o uma figura cativante em eventos, palestras e apresentações, onde conduz o público com naturalidade e paixão.

Desenhista e Designer Gráfico
Nas artes visuais, ele revela talento como desenhista e designer gráfico. Seus trabalhos refletem criatividade, atenção ao detalhe e um olhar estético apurado, resultando em composições visuais que carregam identidade e força expressiva.

Fotógrafo
A fotografia é outra vertente onde D´Mag se destaca. Através da lente, captura momentos, emoções e narrativas visuais que eternizam histórias e revelam sua sensibilidade artística.

O Híbrido Artístico
D´Mag não se limita a uma única forma de expressão. Ele constrói pontes entre diferentes linguagens, integrando-as numa identidade única e autêntica. Essa versatilidade faz dele um artista singular, capaz de inspirar e dialogar com públicos diversos.

Mensagem Central
Em todas as suas criações — seja como músico, poeta, escritor, desenhista, designer gráfico ou fotógrafo — D´Mag reafirma que a arte é ilimitada. Sua trajetória demonstra que o poder criativo reside na capacidade de explorar, inovar e reinventar-se continuamente. Ele é a personificação da arte em movimento: um verdadeiro híbrido que transforma cada expressão em uma extensão da sua essência.

D´Mag

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