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ARTIGOS

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Radiohead regressam aos palcos após sete anos — mas enfrentam apelos ao boicote

Fonte Lea.co.ao Data 2025-09-03 19:42:57

Banda britânica anuncia digressão europeia para o inverno de 2025, enquanto activistas pró-Palestina exigem distanciamento de actuações em Israel

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Mano Chaba: Trágico Falecimento do Kudurista Angolano

Fonte Lea.co.ao Data 2025-01-22 13:03:43

O jovem talento da música angolana faleceu vítima de afogamento na Ilha de Luanda.

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Beni Dya Mbaxi galardoado no Botswana como " Best Lusophone Literature Activist".

Fonte Lea.co.ao Data 2024-03-11 10:03:10

O jovem escritor angolano, Bernardo Sebastião Afonso, conhecido no meio literário como Beni Dya Mbaxi, voltou a ganhar destaque, desta vez, destacado como vencedor do prémio " Best Lusophone Literature Activist ", “MFAAL” em Botswana.

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 Kim Praise 0

Autodidacta, carismático, de simplicidade singular e com um olhar que revela tanto de clínico como de crítico, Kim Praise é um dos nomes em ascensão da atualidade fotográfica urbana em Angola.

Num mercado audiovisual cada vez mais competitivo, Kim Praise destaca-se pelas cores quentes dos seus retratos, mas sobretudo pela captação detalhista de uma espécie de cruzamento multidisciplinar entre a fotografia e arte de ser, de cada pessoa, paisagem ou objeto fotografado.

Através das imagens que vai divulgando nas suas redes sociais, arriscamos catalogar o trabalho de Praise como fotógrafia poética, que inspira ao mesmo tempo que nos tira o fôlego.

Em entrevista via Zoom, o profissional de imagem deu-nos a conhecer mais detalhes sobre a sua carreira, aspirações e inspirações, a recente identidade visual, as oportunidades exclusivas para dirigir videoclipes de cantores da nossa praça e muito mais.

Registado como Joaquim Chongolola Katito, optou pelo nome artístico Kim Praise, numa junção entre Joaquim e “louvar”, em inglês, para manter a conexão com a religião, visto considerar-se crente e fiel a Deus.

Natural de Benguela, Praise mudou-se para Luanda em 2017, com o objetivo de crescer na profissão. Na memória ficavam as lições da disciplina de Artes Visuais e Plásticas, que o introduziram à arte, com apenas 12 anos. Dali retirou o desejo de tornar-se arquiteto, até que conheceu a fotografia. Foi através de Telma, uma amiga da igreja, que descobriu a arte de eternizar momentos. Ficou fascinado.

Aos 23 anos, em 2017, começou a ponderar a possibilidade de sair de Benguela, onde cresceu, para instalar-se na cosmopolita e babélica Luanda. Foi o irmão mais velho que acabou por fazê-lo perceber que não tinha nada a perder. Kim convenceu os pais de que aquela era a melhor escolha e lá foi para a capital angolana.

Hoje, além de fotógrafo é também videógrafo, tendo tido a responsabilidade de captar e gravar com personalidade bem conhecidas do panorama artístico, como Sharam Diniz, Matias Damásio, Ary, Stella Blindada, Edgar Domingos, Preto Show, Cef Tanzy e Anna Joyce.

Quando lhe é pedido para descrever o seu processo criativo e como consegue ter um olhar clínico sobre tudo o que capta, Kim não é poupado em palavras. “Sou uma pessoa muito intensa então quero captar o melhor das coisas. A palavra certa é a essência isso é dos lugares, das pessoas, das expressões e acaba por tornar-se poético”.

É dessa essência poética que vê arte em todo o lado. Num casal de namorados na marginal, num motoqueiro na via ou num grupo de jovens a divertir-se na rua. O quotidiano dos mortais comuns é o que lhe serve de inspiração.

A essa essência acrescenta-lhe a estética alaranjada, uma marca pessoal – dando a sensação tropical e de quentura de Angola a quem visualiza a imagem.

A inclusão do vídeo ao seu portfólio aconteceu de forma natural. Pegava no telemóvel, filmava situações do dia-a-dia aleatoriamente e publicava nas redes sociais. Com o passar do tempo, os seus seguidores motivavam-no a continuar. “Comecei então a investigar mais sobre o cinema. Não tenho nenhuma formação de fotografia, vídeo ou edição, aprendi tudo pelo YouTube e perdi horas e horas só a aprender tudo sobre o universo cinematográfico”, explica-nos.

O primeiro videoclipe surgiu assim com o cantor Dino Ferraz. “Foi tudo muito rápido porque nunca tive pretensão de fazer videoclipes. O meu foco era a fotografia, fashion films, e isso [videoclipes] passava o caso. Três meses depois desse trabalho mudei imenso a minha identidade visual para não parecer homogéneo como o de outros produtores e realizadores da banda. Nesse processo a fotografia ajudou-me bastante”, conclui.

Todo o processo criativo em que pega, Kim leva-o nas costas sem reclamar. A maioria acaba por ser uma “viagem a solo” em equipa não sente que consegue realizar o projeto com a autenticidade com que o idealizou.

De discurso cheio de experiências permeáveis às adversidades, Kim Praize sugere, a quem quiser seguir os seus passos, uma receita de bastante estudo, preparação e reparação – caso falhe.

Fontes: bantumen.com

Kim Praise
 Guilherme Mampuya 0

Formado em Direito pela Universidade de Kinshasa, em 2002 ingressa no Estágio de Pintura Básica, no atelier de Avelino Kenga. A seguir aperfeiçoa a técnica do retrato no Curso de Pintura de Retratos, no atelier de pintura Honesto Nkulu, em Luanda.

Em 2005 ingressa na União dos Artistas Plásticos Angolanos (UNAP) e, desde então, expõe com frequência, individual e colectivamente. Destes trabalhos destacam-se duas participações para o EnsArte, a participação na Trienal de Artes de Luanda, várias exposições individuais em Luanda e em Bruxelas – na Galeria “Lumieres d’Afrique”.

Em 2008 Guilherme Mampuya vence o Grande Prémio de Pintura EnsArte. Expõe ainda em diversos locais de Luanda como a Galeria Humbiumbi, o Hotel Trópico, o Hotel Alvalade, o Centro Cultural da Embaixada de Portugal e o Belas Shopping. Em Lisboa mostra a sua obra, pela primeira vez, em 2010, na Galeria “Bernardo Marques”.

Ainda na sua trajectória, realce para a participação na exposição colectiva dos «10 anos de comemoração do Museu Afro Brasileiro, em São Paulo, em 2014. Aquele museu possui duas obras do acervo de Mampuya.

Em 2016, com a ajuda da artista plástica angolana Daniela Ribeiro, Mampuya passou a usar a Resina Époxi nas suas pinturas. Destaque também para a sua participação na exposição colectiva dos 10 anos de comemoração do Museu Afro brasileiro, em São Paulo, em 2014, Museu que possui duas obras minhas no seu acervo.

Efectivamente, Guilherme Mampuya ocupa um espaço demarcado na arte angolana. O seu trabalho aposta no valor da metáfora através de várias simbologias onde a cor traduz a alegria da obra. Uma das suas técnicas mais recentes é a da pintura sobre esculturas de gesso.

Fonte: Platinaline

Guilherme Mampuya

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