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 Gilmário Vemba 1

Gilmário Pinto Vemba (nascido em 19 de junho de 1985), popularmente conhecido como Gilmário Vemba, é um ator e comediante angolano. É mais conhecido pelos papéis nas séries de televisão O Bar do Gilmário, After Party e Fora de Série. Foi ex-integrante do grupo de comédia "Os Tuneza".

Gilmário é formado em Relações Internacionais e Análise Política e é casado e pai de três meninas e um menino.

Em 2003, Vemba juntamente com Daniel Vilola, Orlando Rodrigues, Cesalty Paulo e José Chieta formaram o grupo de comédia Os Tuneza. Continuou no grupo por mais de 15 anos, até deixar o grupo em 2020. Em 2019, apresentou show de comédia em Portugal com o título “Imortal”.

Em 2021 estreou no cinema com A Dívida, dirigido por Anacleto de Abreu. O filme estreou no dia 26 de Fevereiro de 2021 no Cinemax, em Luanda. Em julho de 2021 assinou contrato com o novo reality show da TVI O Amor Acontece.

Desde 2022, é um dos concorrentes permanentes da edição portuguesa do “Taskmaster” (RTP1).

Fonte:Wikipedia

Gilmário Vemba
 Francisco Vidal 0

Francisco Vidal, nascido em Lisboa em 1978, é um dos nomes incontornáveis da pintura contemporânea lusófona e uma das figuras mais emblemáticas da sua geração. De ascendência cabo‑verdiana e angolana, divide a vida e o trabalho entre Lisboa e Luanda, desenvolvendo uma prática artística que reflete a mobilidade, a mestiçagem cultural e as tensões históricas que atravessam o espaço atlântico.

Formou‑se em Artes Plásticas na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, concluindo a licenciatura em 2002. Em 2005 integrou o Programa de Estudos Independentes da Escola de Artes Visuais Maumaus, em Lisboa, aprofundando o seu pensamento crítico e a sua relação com a arte contemporânea. Viveu posteriormente nos Estados Unidos, onde obteve o grau de Master in Fine Arts pela School of Visual Arts da Columbia University, em Nova Iorque, em 2010. Esta experiência internacional marcou profundamente a sua visão artística, ampliando o diálogo entre referências africanas, europeias e americanas.

A partir de 2005, Francisco Vidal começou a expor com regularidade, afirmando-se rapidamente no panorama artístico. Em 2014 apresentou o projeto “Utopia Luanda Machine” na 56.ª Bienal de Veneza, representando Angola sob curadoria de António Ole, e no mesmo ano integrou a Expo Milão, com curadoria de Suzana Sousa. Entre 2016 e 2017 desenvolveu o projeto “Escola de Papel”, apresentado em Luanda e posteriormente em São Tomé e Príncipe, consolidando a sua investigação sobre processos artesanais, pedagogia artística e produção coletiva.

A prática de Vidal destaca-se pelo uso de grandes instalações de pintura, onde traça linhas caligráficas vigorosas sobre telas de serigrafia, explorando cores intensas e esquemas cromáticos variados. Trabalha entre o desenho, a pintura, a serigrafia e a instalação, recorrendo a suportes pouco convencionais, como papel de algodão artesanal produzido por si, catanas africanas industrializadas, seda sintética, contraplacado bruto e estruturas modulares. A sua obra combina influências diversas — do Cubismo aos têxteis africanos wax‑print, da cultura hip‑hop dos anos 1980 ao graffiti contemporâneo — criando um universo visual que cruza história, política, cultura urbana e identidade.

O artista utiliza símbolos provenientes de múltiplas tradições, misturando referências da arte pop, da banda desenhada, do psicadelismo, dos padrões Vlisco e de tecidos wax, bem como elementos ligados ao desporto e à moda. Esta multiplicidade de camadas reflete a sua visão sobre a diáspora africana, a miscigenação cultural e os fluxos transculturais que moldam as sociedades contemporâneas.

Com uma carreira consolidada, Francisco Vidal está representado em importantes coleções públicas e privadas, como a Fundação Calouste Gulbenkian, a Fundação EDP, a Fundação PLMJ, a Coleção Sindika Dokolo e a Scheryn Art Collection, entre outras. Expõe regularmente em cidades como Lisboa, Luanda, Paris, São Tomé, Joanesburgo, São Paulo, Londres, Macau, Lagos e Santiago do Chile, afirmando-se como um artista de alcance internacional.

Entre os momentos mais marcantes da sua trajetória destaca-se a representação de Angola na Bienal de Veneza de 2015, onde reforçou a sua posição como uma das vozes mais relevantes da arte contemporânea africana. O seu trabalho recente inclui o desenvolvimento da chamada “Escola Utópica”, um projeto contínuo que envolve comunidades locais em processos criativos colaborativos. No Pavilhão Branco, em Lisboa, apresentou obras realizadas com jovens de Luanda e de Amares, no norte de Portugal, dando continuidade a este laboratório artístico que leva a escola para dentro do museu.

Inspirado por obras literárias como A Geração da Utopia, de Pepetela, Vidal procura criar espaços de encontro, reflexão e poesia, onde o desenho e a pintura se tornam ferramentas de partilha e construção coletiva. A sua obra, profundamente marcada por questões históricas e políticas, aborda temas como identidade, diáspora, memória e resistência cultural, mantendo-se fiel a uma linguagem visual vibrante, experimental e em constante evolução.

Francisco Vidal é hoje reconhecido como um dos artistas mais relevantes da sua geração, cuja prática desafia fronteiras e propõe novas formas de pensar a arte no contexto contemporâneo.

Francisco Vidal
 Silk N' Roots 1

Os Silk n'Roots é uma banda angolana de Heavy Metal formada em 2018, idealizada por Fábio "Busa" (guitarrista), Sara (vocalista) e Ricardo Vamp (baixista). A formação original contava com Toke na bateria, que posteriormente foi substituído por Cristóvão, que se manteve até 2020, após dois shows com a banda. Com o tempo, a banda passou por diversas mudanças em sua composição, refletindo uma evolução musical contínua.

Depois da entrada de Cristóvão, que posteriormente deu lugar a Animal, a banda sofreu algumas alterações com a saída de Sara e Vamp em novembro de 2020, sendo substituídos por Carlos e Tiago, ambos integrantes da banda Dikamba. Durante esse período, os Silk n'Roots consolidaram sua identidade sonora e realizaram diversas apresentações no cenário rock angolano.

Com o crescimento das exigências dos projetos individuais dos integrantes, Carlos e Tiago acabaram por se dedicar exclusivamente aos Dikamba no final de 2023. Vamp retornou ao baixo dos Silk n'Roots, enquanto Mag Oga assumiu os vocais, formando a atual estrutura da banda: André "Animal" – bateria, Mag Oga – vocal, Ricardo Vamp – baixo, e Fábio "Busa" – guitarra.

A banda possui três músicas gravadas em estúdio: Battle, Caso Mixa e Zungueira.

Ao longo dos anos, os Silk n'Roots participaram de eventos importantes no cenário rock angolano. No final de 2021, em meio à pandemia da COVID-19, a banda foi pioneira ao lançar um live com quatro músicas em outubro, além de realizar três shows entre novembro e dezembro, incluindo apresentações no CCBA, no aniversário do Volume X no Elinga e um evento na Baía de Luanda.

Em 2022, a banda esteve envolvida na organização do evento solidário Rock N'Camunga para a Escola de Música Camunga, que visava arrecadar fundos e instrumentos musicais. O show contou com a participação da orquestra da escola, além das bandas Dikamba, Black Soul, Tiranuz e Silk n'Roots, e aconteceu na Fundação Arte & Cultura, na Ilha de Luanda.

Em 2023, estiveram envolvidos, junto com a Dead Zone, na organização de um evento acústico, Ondas Acústicas, realizado nas areias de uma das praias da Ilha de Luanda, com um cartaz composto por cinco bandas e quatro artistas solo.

Em 2024, os Silk n'Roots participaram novamente da organização do evento We Love Rock, promovido pela Dead Zone em comemoração ao Dia Mundial do Rock, realizado na Fundação Arte & Cultura. O evento contou com a presença de bandas renomadas da cena angolana, nomeadamente Tiranuz, Dikamba, Silk n'Roots, Black Soul e Eternal Katastrophy.

A identidade musical dos Silk n'Roots evoluiu ao longo dos anos. Inicialmente voltada para o Rock/Metal Melódico, a banda experimentou mudanças significativas com a transição para vocais masculinos, tornando sua sonoridade menos melódica e mais intensa. Atualmente, a banda se define dentro do Heavy Metal, sem a necessidade de rótulos mais específicos, mantendo sempre sua essência e dedicação ao cenário rock angolano.

Silk N' Roots

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