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 Horizonte Njinga Mbande 0

A Companhia de Artes Horizonte Njinga Mbande é a mais popular companhia de teatro angolana, criada em 1986. Os seus espectáculos de teatro estão entre os mais procurados na capital angolana, Luanda.

Tem a sua sede no interior da escola Njinga Mbande, rua da Liga Nacional Africana é constituída por professores e estudantes dos diferentes níveis de ensino subdivididos em três escalões (seniores, juniores e infantis), tem como atividades principais o teatro, a dança, a música, o desenho e a pintura, nunca interrompeu as suas atividades, destacou-se em vários eventos nacionais e internacionais.

Tem uma companhia de dança Ballet Njinga Mbande e tem uma escola de formação para atores, operadores de câmeras e editores de vídeos e é proprietária de uma produtora audiovisual, uma equipa de futebol denominado njinga sport club e de uma empresa de marketing e acessória de imprensa, produção de elenco e produção de eventos culturais e sociais.

Era o ano de 1980, Adelino Caracol e Ezequiel Issenguele dois jovens que queriam fazer uma série de televisão e escreveram o guião da série O Regresso Marcante, para a estação de televisão local, o projecto foi recusado mas eles já tinham um grupo de jovens estudantes e artistas que não queriam parar de ensaiar, passando assim a encontrar-se regularmente para exercitar quer a música, teatro, dança e pintura na escola que os acolheu Njinga Mbande onde o então diretor José Leitão Ribeiro deu apoio ao grupo de jovens Artistas ainda sem uma denominação.

Precisando de uma denominação, reuniram-se e após várias sugestões após várias prevaleceu a da actriz Celmira Pinto Da Cruz Horizonte Njinga Mbande sendo o horizonte enquanto a circunferência que limita a nossa visão e njinga mbande uma homenagem a Raínha Njinga Mbande e uma referência a escola onde está localizada.

Nascia assim um dos grupos mais premiados ao nível do teatro Angolano. Com esta denominação passou a realizar vários eventos na escola que permitiram e estimularam o surgimento de vários artistas. Entre as suas primeiras representações teatrais, contam-se: Previsões erradas, A importância das coisas sem importância, Fruto do desemprego, Nzadi, Acontecimento e Apelo à paz. Apesar da vinculação à Secretaria de Estado da Cultura, o colectivo procurava o apadrinhamento por alguma instituição ou empresa angolana, para fazer face às múltiplas carências que então ameaçavam a sua evolução. É assim que são recebidos pelo então diretor da Escola Njinga Mbande na época Leitão Ribeiro.

O colectivo de artes passou a realizar as suas atividades na escola e começou a incluir outras atividades culturais, como a música, a dança e a moda nestes espectáculos permitiu e estimulou o surgimento e a promoção de grupos como SSP dos mais influentes grupos de música popular Angola, Ary, Nelboy e o bailarino Felix Fontoura, fizeram parte do grupo cantores como Sebem, Heave C, e Cilana Menjenje, actores como Miguel Sermão, Edusa Chindecase, Hortêncio Bruno, Mauro Edson, Mario Vaz, Sany Neto, Francis Boy, Sandra Gomes, Monia Cirilo, Nestor Goubel, Isabel André, Dalton Boralho.

No ano 2005, o colectivo organizou as apresentações teatrais no auditório da escola Njinga Mbande e até apresente data tem realizado regularmente as suas apresentações teatrais aos feriados e finais de semana.

Desde a sua fundação, o colectivo sempre tem apostado nos escalões de formação tendo as categorias de juvenis, juniores e seniores, com idades entre os 10 e os 43 anos e tem um repertório de 250 peças de teatro entre obras originais e adaptadas, tem apresentado as peças em todo território nacional. Uma das peças mais populares é O regressado um retracto cómico sobre a guerra em Angola.

Horizonte Njinga Mbande
 Mônica Abrantes 0

Mônica Abrantes ganhou espaço e conquistou o público com músicas de inspiração clássica, marcadas por mensagens de paz e sensibilidade artística. Natural do Lubango e residente no bairro do Maculusso, em Luanda, dedicou-se à música desde muito cedo, iniciando o seu percurso artístico ainda na infância.

Ao longo dessa fase inicial da carreira, disponibilizou três faixas musicais no mercado, com destaque para o tema “Não Há Razões”, que contribuiu para a projeção do seu nome junto do público. Paralelamente, trabalhou na divulgação de novas canções e anunciou o lançamento de outros temas, demonstrando consistência e dedicação ao seu percurso musical.

Primogénita de cinco irmãos, Mônica Abrantes afirmou-se como uma artista sonhadora e versátil, explorando diferentes estilos musicais, entre os quais o Zouk, R&B e Afro-Jazz. Em entrevistas concedidas na época, revelou que a sua principal motivação foram sempre os pais, que a apoiaram desde o início, mesmo quando, nos primeiros tempos, sentia alguma resistência em ser filmada. Com o passar do tempo e o fortalecimento da sua paixão pela música, foi ganhando confiança e maturidade artística.

A sua carreira ganhou maior visibilidade após a participação no Unitel Festa da Música 2021, um dos maiores eventos musicais de Angola. Essa presença representou um ponto de viragem, levando o público a procurar as suas músicas nas plataformas digitais e despertando maior atenção por parte da indústria musical.

Integrante da produtora Milionário Records, Mônica Abrantes viveu um período de maior atividade artística, com o regresso aos palcos e o envolvimento em novos projetos. Lançou os temas “Não Há Razões”, “Ngassakidila” e “Sol”, canções que evidenciaram a sua identidade musical e evolução interpretativa, mesmo encontrando-se numa fase inicial do seu percurso.

Nesse contexto, preparou também o lançamento de um EP, que contou com a participação da sua colega de produtora Bu Cherry, reforçando a aposta em colaborações e na consolidação do seu espaço no panorama musical angolano. Demonstrou ainda profundo respeito pela herança musical do país, interpretando obras de artistas como André Mingas, Toty Sa’Med e Rui Mingas, além de referências internacionais.

Ao longo do seu percurso, Mônica Abrantes manifestou o desejo de ver a sua música amplamente reconhecida e cantada pelo público. Esteve envolvida na gravação de temas inéditos e na revisitação de clássicos da música angolana, como “Mufete”, de André Mingas, mantendo-se fiel ao propósito de cantar com verdade, emoção e identidade.

Mônica Abrantes
 Fly Skuad 0

Na verdade meu Nome de registo e Felipe Quiala, Como Musico sou um mc proveniente do movimento underground e caminho no rap desde 2002 e como muitos, comecei nos freestyles feito nas ruas e lá permaneci por muito tempo. Fly é um nome que me foi atribuído pelos meus pais e como sempre gostei de ser original decidi manter o nome no rap, pois é algo que me identifica já a partir de casa. Skuad é uma longa história… Surgiu através das battles. Na época em que entrei para o rap existiam muitas gangs de rua (granelistas) e na minha zona as batalhas físicas com gangs rivais eram constantes, tive muitos problemas e ainda era puto por isso acostumei-me a fazer as coisas com muita adrenalina. Sempre gostei de batalhas de freestyle e por esta razão muitos rappers e grupo me procuravam para termos este tipo de experiência que eu pessoalmente aprecio, foram várias rixas e a melhor parte de tudo isto é que foram poucos mcs que realmente conseguiram fazer-me frente.

Na altura representava sozinho, era o único rapper do meu bairro e estava sempre pronto para defender a hood quando os motherfuckers surgiam para lutas verbais. Aprendi muito com isto e posso até dizer que os battles ajudam qualquer mc a ter uma visão mais ampla de como o rap realmente é (cultura violenta) sempre que enfrentava um mc absorvia várias técnicas e com o tempo fui reparando que sozinho eu era como se fosse um grupo, ou seja, tinha a capacidade de fazer o que um grupo fazia num rompimento quando se deparava com opositores, isto fez com que eu adquirisse várias qualidades como mc. Daí a origem do “Skuad”. No passar do tempo fui conhecendo outras pessoas como The Hot Mc, Subversivo, Infinito, New Man, Negrado, Perispírito eramos colega no IMPAL e tinhamos os mesmos ideais entao decidimos criar um grupo com o nome “Caixa de Pandora” no ano de 2004 que em 2006 teve o prazer de receber mais 2 grandes bons Mc`s Lucassio e Balta P e ate hoje caminhamos juntos firmes a trabalhar para o engrandecimento do nosso movimento.

Como musico a solo ganhei gosto pela escrita em 2005 por incentivo dos meus amigos sempre fui fã dos improvisos andava sempre a rimar para impressionar aqueles que me rodeiavam, mas eles muito cedo percebiam que havia talento em mim e foram me aconselhando a escrever e gravar algumas musicas foi dai que gravo o meu primeiro som “A verdade da Mentira” que na opiniao dos meus foi agradavel ouvir, dai fui recebendo apoio para continuar nesta estrada, fui participando em algumas faixas e atraves delas fui ganhando destaque, nesta mesma epoca conheci aquele que parar mim e como um irmao (A.O.S.) Ele foi um dos maiores impulsionadores na minha carreira porque sempre acreditou em mim, foi o primeiro produtor a oferecer-me seus instrumentais e estudio para eu poder gravar as minhas cenas. Depois de algum tempo em 2009 decido lançar a minha primeira Mix Tape e que atraves dela tive grandes exitos tendo como o principal deles conseguir um contrato para entrar numa das melhores editoras que temos em Angola Mad Tapes que tem como seu C.E.O Dj Samurai e artistas como Kid Mc, Balta P, Lucassio apartir dai as coisas começaram a correr do jeito que sempre imaginei conseguindo ganhar o meu espaço com humildade e a graça de Deus. Os objectivos sao os mesmos levar a minha musica longe nos ouvidos de toda gente e tornar gigante o movimento que represento seguindo um só caminho... Os projectos estao a ser preparados e serao lançados no momento adequado pela editora Mad Tapes e agradeço a todos que hoje escutam Fly Skuad e peço que espalhem a mensagem divulgando a minha musica em cantos do mundo.

Fonte:Facebook

Fly Skuad
 Irene A´mosi 1

Irene A’mosi é uma poeta, escritora e cineasta angolana, nascida em Luanda, cuja obra se destaca pela exploração da poética do cotidiano e pelo compromisso com o empoderamento feminino. Utilizando a spoken word, audiovisuais e instalações, A’mosi reflete sobre os desafios enfrentados pelos bairros sociais periféricos de Luanda, com especial atenção às formas de violência que afetam as mulheres angolanas.

Carreira Artística
Desde 2017, Irene A’mosi começou a contar histórias das mulheres de sua família por meio da poesia falada, evoluindo em 2022 para narrativas em movimento que capturam detalhes da vida cotidiana muitas vezes ignorados. Seu trabalho busca transformar o comum em reflexões profundas sobre a vida contemporânea, denunciando questões como violência doméstica e a luta pela sobrevivência. Em 2022, publicou Empoderamento Feminino, uma coleção de poemas que amplificam as vozes de gerações de mulheres silenciadas, ecoando problemáticas presentes na literatura angolana desde a independência.

Cinema e Audiovisual
No campo do audiovisual, A’mosi colaborou no roteiro do Filme B, realizado por Dorivaldo Cortez (produção Diamond Filme), e na série Njila, dirigida por Paulo Idalécio e Miguel Muanda (produção Geração 80 & Muanda Produções). Como realizadora, venceu a Competição Nacional da 2ª Edição do Festival Internacional Doc Luanda em 2023 com seu documentário Museu de Manifestações, um marco em sua carreira. Em 2025, ela integra o júri da competição nacional do Doc Luanda, onde três mulheres concorrem ao prêmio, reforçando sua dedicação à visibilidade feminina no cinema.

Ativismo e Curadoria
Irene A’mosi é também curadora do estúdio @ndako2.2.4_, onde promove eventos poéticos gratuitos, como a sessão “No Princípio a Poesia Era Um Ponto de Exclamação”, iniciada em 27 de maio de 2025, com patrocínio do Goethe Institut Angola. Esses eventos, realizados em Luanda, ocorrem duas vezes por mês (como nos dias 3 e 10 de junho de 2025), proporcionando um espaço para a partilha de poesia inédita e reflexões sobre o cotidiano. A’mosi utiliza esses encontros para fomentar o diálogo e a expressão artística, com destaque para questões de gênero e justiça social.

Impacto e Legado
Com uma abordagem que combina arte e ativismo, Irene A’mosi destaca-se por revelar a beleza e a complexidade do ordinário, transformando narrativas marginais em reflexões universais. Sua poesia e seus filmes não apenas denunciam as desigualdades e violências enfrentadas pelas mulheres angolanas, mas também celebram sua resiliência e força. A’mosi continua a inspirar novas gerações de artistas e ativistas, consolidando-se como uma voz essencial na cena cultural de Angola.

Irene A´mosi

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