Dennis Samaya de nome próprio, Pereira José Guilherme nasceu no dia 21 de abril de 1995 em Luanda,
Formado em química o jovem artista é uma voz emergente da nova música angolana.
O artista é filho de pais cantores, coristas religiosos. Samaya teve na infância influências de música clássica e erudita em detrimento do pai que ouvia muito o Bethoven, Julio Iglésias e muitos outros. Com tudo, na adolescência acompanhava todos ensaios da mãe que na altura parecia ser cansativo e que hoje ensaio é como quase a sua respiração, pois queria fazer algo produtivo como jogar a bola com outros rapazes nos tempos livre depois da escola, chegou mesmo a formar uma Equipa de futebol contra a ideia da mãe, e desenhar Dragon Ball o (Zongoco) muito apreciado no tempo de infância, mas é mesmo na música que se destaca entre os amigos. Com o passamento físico de sua mãe em 2007 dá os primeiros passos de inicio de uma carreira musical cheio de desafios e controversa, uma vez que a vida financeira decaio gradualmente. Encontrou na música um consolo incontornável, confessa que tudo que quer fazer na sua vida é música e o resto é consequência. Apenas em 2016 começa a ganhar notoriedade e aparições em rádios e cadeias televisivas.
Tem como principais referências artísticas, de B-B King, Marvin Gaye, Kurt Erlling, Bob Marley, Frank Sinatra, Eric Clapton, John Mayer na diáspora, e em Africa tem como referências de Papa Wemba, Fela Kutti, Bonga Wenda, Andre Mingas, Paulo Flores e entre outros.
Na verdade é no jazz, Blues, soul, Neo soul e bossa nova que tem mergulhado nos últimos anos. Em 2019 com mas 4 amigos fundaram uma banda denominada Etno-Ngola, com o qual tocaram nas duas ultimas Bienais em Luanda, uma da paz e outra da CPLP. O grupo fez também abertura do concerto de Ivonne Chakachaka no palácio de ferro em Luanda, no dia da independia da Africa do Sul. De acordo com o artista foi uma noite impar, que diz que até então foi o momento mas alto da sua carreira. Fez parte da primeira edição do Unitel estrelas ao palco imitando André Mingas não chegando até as galas. Com sonho de pisar em grandes palcos e partilha-lo com grandes nomes do musical nacional e também internacionais acima de tudo. A fé, tem sido sua companhia mantendo os olhos fixos nos céus e os pés firmes no chão honrando assim o nome da aquela mulher que perspectivou um futuro sem volta.