Filipe Zau é um investigador em ciências da educação, professor, autor e compositor angolano.
Nasceu em Lisboa pois seu pai era marítimo, nascido em Cabinda, e a sua mãe era cabo-verdiana.
Foi músico tocando com grupos como o Duo Ouro Negro. Foi requisitado para a banda "Alerta Está", que dava concertos pelos quartéis. Um dos seus colegas foi o baterista Guilherme Inês (Zoo, José Cid).
Desembarcou em Luanda no dia 1 de abril de 1975. Contacta com músicos portugueses como Fausto, Zeca Afonso e a sua mulher Zélia, Vitorino Salomé ou Sérgio Godinho.
Em 1990 vai exercer as funções de adido cultural da Embaixada de Angola, em Lisboa.
Em 1996 é gravada a opereta intitulada "O Canto da Sereia: o Encanto" em homenagem ao seu pai e em que foi co-autor com Filipe Mukenga. Nesse ano lança o disco "Luanda Lua e Mulher".
A cantora Celina Pereira grava "Raiva di vulcão" (letra de Filipe Zau e música de Filipe Mukenga) no seu disco "Harpejos e gorgeios" de 1998.
Grava com Celina Pereira o tema "Na breu di nha note" do disco "Estória, estória…: do tambor a Blimundo".
Filipe Zau e Filipe Mukenga receberam o prémio Common Ground Music Award 2008, atribuído pela associação Search for Common Ground, em maio de 2008, durante a sessão de apresentação do CD "Angola solta a tua voz", onde os dois músicos também colaboraram. Ambos colaboraram ainda com a Associação Unidos do Caxinde em "Os Nossos Reis", música do Carnaval de Luanda 2008.
O hino do CAN 2010 "Angola, país de futuro" é da autoria da dupla Filipe Mukenga/Filipe Zau, acompanhados pela banda Maravilha.
Fonte:Wikipedia