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ARTIGOS

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Morre o saxofonista angolano Nanutu aos 68 anos

Fonte Lea.co.ao Data 2026-05-15 21:24:59

Artista deixa legado marcante na música instrumental angolana

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Kládio Hoshai recebe prémio no “Charme & Prestígio” e emociona comunidade migrante

Fonte Lea.co.ao Data 2026-03-08 12:43:31

Artista angolano celebra primeira distinção internacional e destaca os desafios de ser emigrante enquanto o evento homenageia talentos migrantes e afrodescendentes

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Rappers e produtores unem-se para apoiar Wyma Nayobe em evento solidário

Fonte Lea.co.ao Data 2026-03-07 13:20:32

Quintas de Hip Hop organiza homenagem para ajudar a lenda do rap angolano, que enfrenta problemas de saúde

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 Titica 0

Titica, é uma cantora, compositora, dançarina e atriz angolana que se tornou um ícone do estilo kuduro em Angola.

Com o sucesso do seu primeiro trabalho como cantora, em 2012 Titica foi indica à categoria 'Melhor Artista Feminina da África Austral' do KORA All Africa Music Awards, a principal premiação de artistas da música no continente africano. Sendo nomeada "Melhor Artista de Kuduro" do ano de 2011.

Titica, uma das mais exuberantes e amadas cantoras Angolanas. Referida pela imprensa portuguesa como a Diva do Kuduro, a cantora esteve no país europeu em 2017 para divulgar sua nova música "Docado", que conta com a participação de Osmane Yakuza.

Considerada uma das artistas mais promissoras da África, no ano seguinte ao lançamento de seu primeiro álbum Titica foi indicada ao Prêmio Kora All Africa Music Awards de 2012 - o principal prêmio de música do continente africano, no qual concorreu pela categoria Melhor Artista Feminina da África Austral.

The Guardian” pela genial artista internacional, Bjork, como uma das suas influências musicais, esta mulher, que alia uma enorme força e uma carismática personalidade a um optimismo inabalável, chega a Portugal para apresentar o seu novo single “Docadó”, com um vídeo onde o furacão Titica surge numa fusão do seu inconfundível kuduro com o coupé décalé da Costa do Marfim.

Em outubro de 2013, Titica, juntamente com o músico C4 Pedro, foi escolhida Embaixadora Nacional da Boa Vontade pela UNAIDS - programa da Organização das Nações Unidas orientado ao combate à epidemia de AIDS. De acordo com a UNAIDS, a popstar Titica tem sido afetada pelo estigma e pela discriminação por ser uma pessoa transexual, e pode transformar sua experiência em uma mensagem positiva de mudança de atitudes em Angola.

No Brasil, a cantora angolana tem sido presença constante desde 2012, tendo participado de diversos shows e festivais, como no Viradão Carioca (Rio de Janeiro, 2012), 'Mês da Cultura Independente' (São Paulo, 2015), Favela Sounds (Brasília, 2017), e também em programas de TV de grande audiência, como o Mais Você (2012), Esquenta! (2013), Encontro com Fátima Bernardes (2017)

O ponto alto de sua relação com o Brasil foi a parceria com o grupo BaianaSystem, da qual se originou a música 'Capim Guiné' que também contou com a participação da cantora brasileira Margareth Menezes. A música, que mistura sonoridades das periferias da Bahia e de Luanda, também ganhou um videoclipe.

Aprofundando essa parceria, o grupo brasileiro, que havia sido escalado para se apresentar no Rock in Rio, maior festival de música do mundo, conviou a artista angolana Titica para uma participação especial em seu show no festival.

Com isso, Titica fez história ao se tornar, ao mesmo tempo, a primeira representante da cultura angolana e a primeira artista transexual a participar do maior festival de música do mundo.

A apresentação do grupo brasileiro com a artista angolana, ocorrida em 22 de setembro de 2017, na cidade do Rio de Janeiro, foi aclamado pelo público e pela crítica. De acordo com a Revista Rolling Stone, a participação da cantora angolana acrescentou ao aspecto dançante, amarrando uma apresentação que provou como é possível ser contagiante sem ser convencional.

Diversos outros veículos de imprensa teceram análises positivas quanto à crítica social contida na letra de 'Capim Guiné', ao caldeirão de influências sonoras e destacando que Titica conquistou a galera com seu carisma. O canal de televisão Multishow destacou que a química entre os artistas, misturando o som moderno da Bahia com o tradicional kuduro angolano deixou a plateia em transe - o público respondeu à parceria com empolgação e dançou muito.

Titica
 José Carlos De Almeida 0

José Carlos de Almeida é o seu nome oficial. É conhecido por Makiesse, principalmente pelas pessoas que conviveram com ele em Lisboa, durante o seu tempo de estudante. Algumas pessoas também o tratam carinhosamente por Joseca.

É negro-escuro, mede 1,82 m, pesa 84 kg, possui estrutura física média, calça o número 43 e o seu grupo sanguíneo é ORh+.

É divorciado. Casou-se no dia 25 de março de 1988, aos 20 anos de idade. Esteve casado durante 16 anos com Avelina Escórcio dos Santos de Almeida (então apelido matrimonial), com quem teve quatro filhos: Laureana Carla dos Santos de Almeida, Catarino Carlos dos Santos de Almeida, Iracelama Carla dos Santos de Almeida e Jocelina Carla dos Santos de Almeida.

Quando regressou de Lisboa, depois de um ano de vida conjugal, o casamento já não fazia sentido e ambos se divorciaram por mútuo acordo. Por ocasião do segundo casamento da sua ex-mulher, desejou-lhe felicidade. Compreendeu que era importante que ela tivesse uma boa relação matrimonial, facto que garantiria que os seus filhos fizessem parte de uma família bem estruturada, sabendo-se que as famílias bem estruturadas dão estabilidade aos seus membros.

Também é pai de Laura Makiesse, resultante de uma relação com Fátima Guerra (luso-guineense), durante os seus tempos de estudante em Lisboa; e de Stivenson Makiesse, fruto da relação com Maria da C. Manaças.

Jurista, escritor e docente, começou a estudar aos 8 anos, numa escola de explicação, cujo professor era um senhor chamado Goz. Fez os estudos primários na Escola 288, conhecida por Ginguba; o II Nível, no 1.º de Maio; e o III Nível, na Escola Ngola Kiluanji. Concluiu o ensino médio na Escola Político-Militar «Comandante Gika», em Luanda, instituição que já não existe, por ter sido demolida.

Foi oficial do Exército – FAPLA. Licenciou-se em Direito pela Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões, situada na Rua de Santa Marta. Antes de obter uma bolsa de estudo, estudou na Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto, após ter sido submetido a um teste de admissão.

É autor do livro Ensaboado & Enxaguado, uma obra sobre Língua Portuguesa e Etiqueta. Em 2014, pensava lançar o seu segundo livro. Mais tarde, tornou-se também autor da obra Amor ao Próximo, livro que aborda questões relacionadas com a educação e a língua portuguesa. Trata-se de uma obra educativa, composta por seis capítulos repartidos em 235 páginas. Em 40 anos de Independência de Angola, considera não haver memória de um livro com a mesma abordagem.

Nasceu no bairro onde passou a infância. Viveu a adolescência na Precol, bairro contíguo ao seu bairro natal. Morou na Rua Rubra, onde vivia com o avô paterno, Adão João de Almeida, metodista e enfermeiro dos Caminhos de Ferro.

É o primeiro filho da mãe, Laureana José Manuel, doméstica, comerciante de bebidas alcoólicas e costureira (já falecida), e o terceiro filho do pai, Estevão João de Almeida, mecânico de tratores, actualmente aposentado.

Adão João de Almeida e Luzia Mendes, ambos de Cassoneca, eram os seus avós paternos.

O avô materno chamava-se José Manuel Nzugi. Nasceu no Lunuango, município do Soyo, era alfaiate e trabalhou no Seminário de Luanda. A avó materna, Maria António Carlos, nasceu em Cabiri e era doméstica. Ainda chegou a conhecer António Carlos, pai da sua avó.

Cresceu ajudando a mãe nos pequenos negócios. Quando criança, vendia maçãs, doces de coco, ginguba e pão com manteiga aos operários da construção civil que, muito cedo, iam ao trabalho.

Cresceu vestindo camisas de pano-cruz e roupas feitas de restos de tecido, confeccionadas pela mãe. Usava calções feitos pelo avô materno, José Manuel, e sandálias produzidas pelo senhor Gamboa, sapateiro da sua rua. Nunca pediu emprestadas peças de roupa a ninguém.

Cresceu tímido, mas sempre apreciou a solidão. Refugiava-se no seu modesto quarto, onde cabia apenas uma cama de casal. Ali tinha um estendal que servia de guarda-roupa. As paredes eram adornadas com pósteres de jogadores de futebol, extraídos da revista Jeux d’Afrique. Diego Armando Maradona era o seu principal ídolo. Admirava também Youssof Fofana, um dos grandes jogadores da Costa do Marfim, pela sua habilidade e pelo facto de, coincidentemente, também ser esquerdino.

Cresceu lendo livros, jornais e revistas sobre política, além de estudar Língua Portuguesa. A gramática e o dicionário eram as suas posses mais preciosas.

Sempre gostou — e ainda gosta — de estar só para reflectir. Diz que, na verdade, não fica sozinho: fica consigo mesmo, com o seu melhor amigo, que é ele próprio.

Considera-se confidente de si mesmo. Muitas experiências de intimidade e segredos de outras pessoas levará consigo para o túmulo. Afirma ser um autêntico guardador de segredos, evitando falar da vida alheia e respeitando os direitos de personalidade de terceiros.

Muitas vezes necessita de estar consigo mesmo. Quando precisa de companhia, procura as pessoas ou chama-as para estarem consigo. Diverte-se vendo os outros divertirem-se, embora prefira o silêncio ao barulho.

Na adolescência, aventurou-se no futebol. Treinou no Clube Desportivo Inter de Luanda, então orientado pelo já falecido treinador Friança. Oliveira foi o colega que mais o marcou. Também passou pelo Chela, clube do Lubango, no sul de Angola. Contudo, reconhece que o futebol não era o seu destino.

Foi actor de teatro na Escola Ngola Kiluanji, integrando o Grupo Teatral «Os Alunos da 8.ª K», dirigido pelo professor e dramaturgo Neto Magia. Também pertenceu ao grupo teatral da Paróquia de Nossa Senhora das Graças, liderado pelo irmão José Martinez.

Foi manequim na Angola Handels, propriedade do senhor Bernardino Jacinto de Carvalho, seu padrinho de casamento. Trabalhou com colegas como Ricardo Van-Dunem, Tatiana Pereira e Beatriz Ferreira. Abandonou a actividade quando foi estudar em Lisboa.

É adepto do Clube Desportivo 1.º de Agosto. As modalidades desportivas que mais aprecia são futebol, basquetebol, atletismo e xadrez. Pode passar horas a jogar xadrez, desde que o adversário seja desafiante. Pratica basquetebol ocasionalmente.

Acompanha grandes competições internacionais de futebol, embora tenha perdido o interesse pelo Girabola, por sentir saudades da qualidade do futebol angolano da década de 1980.

A sua primeira selecção desportiva é Angola. Contudo, apoia a Argentina desde os tempos de Maradona. A visita ao país do tango reforçou ainda mais essa afeição. Respeita igualmente as selecções do Brasil e de Portugal. Em jogos entre selecções africanas e equipas do resto do mundo, apoia sempre a selecção africana. Sonha ver, um dia, uma equipa africana conquistar o Campeonato do Mundo.

Fala português, espanhol, italiano e inglês, embora admita não dominar esta última língua com a fluência desejada.

Gosta imenso de viajar e conhece muitos países. Deseja ainda conhecer a Austrália, Dinamarca, Egipto, Marrocos, Cabo Verde, Quénia, África do Sul, Japão, Dubai, Cuba e algum país das Antilhas.

É melómano. Aprecia semba e kilapanga, estilos musicais angolanos, bem como músicas africanas e latino-americanas. Gosta de salsa, música clássica, fado, mornas, blues, jazz, bossa nova, rock e pop. Prefere músicas calmas e critica canções mal cantadas em português.

Considera que a Rádio Nacional de Angola (RNA) e a Televisão Pública de Angola (TPA) tiveram grande influência positiva na sua infância e adolescência, devido ao carácter educativo dos seus programas.

Tem grande sensibilidade estética. Gosta de vestir-se bem, manter a casa organizada e receber pessoas.

Habitualmente bebe vinho, cognac e refrigerantes. Fuma charuto apenas por prazer. Bebe socialmente e não admite embriagar-se em público. Gosta de funge de milho com moamba de ginguba ou de dendém, bem como de feijoada e cozido à portuguesa.

Sabe cozinhar, habilidade que aprendeu em Lisboa com o amigo António Paulo Mendes (Toy) e com a prima Francisca Gama.

Afirma não gostar de exibicionismos nem de gabarolices. Defende princípios como devolver bens alheios, agir discretamente na ajuda ao próximo, corrigir sem constranger e viver de acordo com as próprias possibilidades.

É católico. Foi sacristão da Capela de São Luís e da Igreja da Precol, ambas pertencentes à Paróquia de Nossa Senhora das Graças. É baptizado, fez a Primeira Comunhão e foi crismado. Afirma faltar-lhe apenas o matrimónio religioso.

Influenciado pelo padre Honório, quis ser sacerdote, mas a mãe nunca aceitou a ideia. Chegou a ser seleccionado para pré-seminarista, mas acabou por desistir.

É admirador do Papa Francisco e de figuras preocupadas com questões sociais. Declara-se contra a corrupção, o esbanjamento, o materialismo e a escravidão ao dinheiro.

Afirma ser contra qualquer tipo de discriminação, incluindo racismo, nepotismo, clientelismo, sensacionalismo, egoísmo e desonestidade. Considera essencial avaliar as pessoas pelo carácter, educação, conhecimento e experiência de vida.

É docente desde 15 de Setembro de 1988. Começou a leccionar no antigo Colégio D. Moisés Alves de Pinho, hoje Escola n.º 504, na Rua Eugénio de Castro, actualmente Bula Matadi. Lecionou ainda na Escola Comandante Gika, Escola Nzinga Mbande, PUNIV, Universidade Lusíada e Universidade Metodista.

Sempre procurou manter uma relação próxima com os alunos e orgulha-se do profissionalismo com que exerceu a docência.

Organizou com êxito o primeiro — e talvez único — Campeonato de Matraquilhos realizado em Angola, denominado MATRA 94, competição amplamente participada e divulgada pela comunicação social.

Desde os 21 anos, manifesta o desejo de governar Luanda. Defende a implementação efectiva das autarquias em Angola e acredita que a responsabilização política dos autarcas poderá contribuir para o desenvolvimento dos municípios.

Pretende candidatar-se, no futuro, às eleições autárquicas pelo MPLA, partido com o qual se identifica desde a infância.

Valoriza profundamente a paz, a solidariedade, a filantropia e as questões sociais. Interessa-se também por Psicologia, Sociologia e Urbanismo.

Pretende criar uma associação de combate ao analfabetismo, por acreditar que “há muita gente sem luz”.

Afirma esperar morrer em paz consigo mesmo e com os outros, preferencialmente pobre, mas com os seus bens devidamente organizados.

Até hoje chora a morte da mãe, Laureana, a pessoa que mais o amou, protegeu e transmitiu valores. Por isso, define-se, orgulhosamente, como “um filho da mãe

José Carlos De Almeida
 Kotingo 0

Edgar Simone Tchipóia é um humorista angolano natural da província de Benguela, onde deu os primeiros passos na comédia. No início da sua carreira artística apresentou-se com o nome Tio Kotingo, denominação que mais tarde foi simplificada para Kotingo, nome pelo qual passou a ser amplamente conhecido pelo público. A sua atuação distingue-se pela forma peculiar de estar em palco, pelo humor espontâneo, pelas anedotas inspiradas no quotidiano e por um sotaque característico do sul de Angola, elementos que rapidamente lhe garantiram aceitação popular.

O personagem Kotingo foi inspirado numa figura real que Edgar conheceu ainda em Benguela, um trabalhador da construção civil que prestou serviços à sua família. O modo de falar, o carisma natural e a capacidade de prender a atenção das pessoas marcaram profundamente o humorista, que decidiu reproduzir essas características na construção do seu personagem artístico.

Apesar de desde cedo demonstrar inclinação para o humor, Edgar Tchipóia não planeava seguir uma carreira artística. Durante algum tempo ambicionou tornar-se empresário, mas acabou por enveredar pelo humor após uma atuação informal numa festa de aniversário de um amigo. A reação positiva do público levou à gravação e divulgação dessas apresentações, o que rapidamente resultou nos primeiros convites para atuar em eventos.

As primeiras atuações profissionais ocorreram em Benguela e foram marcadas por timidez, dificuldades financeiras e experiências desafiantes, mas também por uma crescente aceitação do público. Esses fatores levaram-no a aperfeiçoar as suas técnicas e a assumir definitivamente o humor como profissão.

Em 2009, mudou-se para Luanda, onde a sua carreira ganhou maior projeção. Com o apoio dos músicos Cage One e Nicol Ananás, participou no programa “Terça dos Artistas”, apresentado por Yuri Barata. Apesar de alguma apreensão inicial do público, a sua atuação acabou por conquistar a plateia. Um encontro com Benvindo Magalhães abriu-lhe portas para o programa “Tchilar”, consolidando a sua presença no panorama do humor angolano.

Kotingo define o seu trabalho como stand-up comedy, baseado em situações do dia a dia, observações sociais e experiências pessoais, privilegiando a espontaneidade e a ligação direta com o público. Ao longo do percurso, enfrentou várias dificuldades, incluindo episódios de desrespeito profissional, deslocações sem retorno artístico e momentos de exclusão, que considera parte integrante da sua formação humana e artística.

Em 2018, sofreu um grave acidente de viação quando regressava de um espetáculo, do qual resultou a perda do braço esquerdo, após várias cirurgias. Desde então, passou a abordar a sua própria deficiência física em palco, utilizando-a como parte do seu discurso humorístico, reforçando a ideia de que o humor também pode ser um instrumento de superação.

Mesmo após alcançar notoriedade, continuou a lidar com os desafios da exposição pública, encontrando na família o principal suporte emocional. Para além do humor, Kotingo tem expressado preocupações sociais, defendendo valores como a solidariedade, a empatia e o amor ao próximo.

Aconselha a nova geração de humoristas a apostar na originalidade, humildade, união e dedicação, princípios que considera essenciais para uma carreira sólida. Atualmente, Edgar Simone Tchipóia, conhecido artisticamente como Kotingo, é reconhecido como uma das figuras mais marcantes do humor angolano contemporâneo, com um percurso construído com autenticidade, perseverança e forte ligação às suas raízes culturais.

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